Por Pedro Diedrichs, editor do jornal Vanguarda, da Bahia
Um homem de dinheiro sai duro de um hotel luxo, como todos que morrem, troca o colchão macio de uma suíte por uma lápide fria e comum de um necrotério, a mesma que em igual circunstância repousaria um pobre qualquer. É tudo muito enigmático, ainda mais sendo ele também conhecido por “demolidor”, apelido que gentilmente a mídia lhe conferiu após a queda do edifício "Palace II", no Rio de Janeiro.
O prédio fez 11 anos de caído no dia do sepultamento do ex-engenheiro, ex-deputado e ex-vivo, Doutor Sérgio Naya, em Laranjal, Minas Gerais, que nesse dia 22 de fevereiro foi lembrado em triste aniversário.
Como poderei dizer a Sérgio Augusto Naya “descanse em paz”, como certamente alguns de seus conterrâneos e parentes dirão? A mim ele não fez nada demais, a não ser me dar um cano em alguns trocados, no contrato de uma publicidade feita no jornal “Voz da Mata”, então de minha propriedade, com sede em Bicas, MG, por ocasião de uma política de Sérgio em sua região. Mas é coisa do passado. E os cruzeiros novos já envelheceram.
Mas o meu não ao “descanse em paz” a Sérgio Naya não é por alguma frívola divida pecuniária, nem pelo “Palace II” haver caído. Tantas edificações se racham e caem. Minha indignação com o ex-empresário é por não ter cumprido voluntariamente um dever que, por ética, deveria ter assumido: socorrer e indenizar as vítimas da tragédia provocada por sua empresa, a Sersan, sem a necessidade de insistentes intervenções da Justiça, que, estranhamente, dele só conseguiu, até hoje, 15% do valor indenizatório. Isto após anos de demanda.
Hoje sinto desprazer por ter conhecido tal defunto e ter-lhe apertado a mão, durante uma apresentação política de apoio de uma igreja evangélica, ao então candidato a deputado federal Sérgio Naya, no município de Guarará, MG, onde muitos, crentes em sua honestidade, e claro pensando em benefícios, oravam pela eleição de “Doutor Sérgio”. Dias após houve uma festa em Laranjal, na casa de Naya. Indo lá, pude conhecer o que é rico “virar” pobre pela necessidade de não perder votos.
Alguns episódios de Naya ficam para a história. Sobre a Justiça disse: “a justiça está no canhoto do meu talão de cheques”. Sobre ser mais rico do que muitos disse, em uma festa natalina em Miami, EUA, ao lhe ser servido champanhe em taça plástica: "Isto é coisa de pobre"... De rico ou de pobre era a pedra fria do necrotério. Certamente ele desejaria que fosse de mármore de Carrara, e seu corpo lavado com água mineral.
Uma pena
Tenho recebido vários comentários interessantes no blog, mas lamentavelmente enviados como anônimos, portanto sem condições de serem publicados.
Depois do ônibus a Água
Quase que por acaso a jornalista Rosane Felthaus, do tablóide A Notícia descobriu que depois da tentativa das empresas de ônibus de aumentar o preço da passagem agora foi a vez da Companhia Águas de Joinville (CAJ) entregar nas mãos de Carlito Merss mais um abacaxi para o prefeito descascar.
A companhia encaminhou um pedido para reajuste da tarifa de água. A CAJ quer a reposição da e mais 5% para “aumentar a capacidade de investimentos”, ou seja, quase 12%.
Querer é uma coisa, mas levar é outra completamente diferente. Na campanha eleitoral, do ano passado, Carlito deixou bem claro que qualquer aumento relacionado a impostos e tarifas seria baseado na inflação e nada mais.
Além disso, os joinvilenses devem lembrar que na propaganda do petista tinha aquele carimbinho em letras garrafais: NÃO É PROMESSA É COMPROMISSO.
Vale lembrar também que todos os candidatos à prefeitura de Joinville eram unânimes em dizer que a tarifa de água em Joinville é uma das mais caras do Estado e que isso iria mudar. Ou seja, mesmo que Carlito só conceda o rejuste sob a inflação, o aumento vai ficar entalado na garganta da população.
Antes de se falar em aumento, os joinvilenses querem discutir primeiro a redução de 50% na tarifa social, o fim da taxa mínima de consumo e a redução de 30% do valor da tarifa de esgoto que faz parte da conta de água. Todas promessas de campanha do atual prefeito.
A companhia encaminhou um pedido para reajuste da tarifa de água. A CAJ quer a reposição da e mais 5% para “aumentar a capacidade de investimentos”, ou seja, quase 12%.
Querer é uma coisa, mas levar é outra completamente diferente. Na campanha eleitoral, do ano passado, Carlito deixou bem claro que qualquer aumento relacionado a impostos e tarifas seria baseado na inflação e nada mais.
Além disso, os joinvilenses devem lembrar que na propaganda do petista tinha aquele carimbinho em letras garrafais: NÃO É PROMESSA É COMPROMISSO.
Vale lembrar também que todos os candidatos à prefeitura de Joinville eram unânimes em dizer que a tarifa de água em Joinville é uma das mais caras do Estado e que isso iria mudar. Ou seja, mesmo que Carlito só conceda o rejuste sob a inflação, o aumento vai ficar entalado na garganta da população.
Antes de se falar em aumento, os joinvilenses querem discutir primeiro a redução de 50% na tarifa social, o fim da taxa mínima de consumo e a redução de 30% do valor da tarifa de esgoto que faz parte da conta de água. Todas promessas de campanha do atual prefeito.
Morto, doador ou não, tem de pagar por funeral
O projeto de lei do vereador Maurício Peixer/PSDB que visava dar funeral gratuito a doadores de órgãos foi mais uma vez enterrado na Câmara de Vereadores. E acho que agora, a sete palmos.
Peixer já havia tentado transformar em lei sua proposta no ano passado e recebeu o veto do ex-prefeito Marco Tebaldi.
Este ano, a isenção voltou à carga e foi um dos primeiros projetos encaminhados pelo tucano, mas novamente foi vetado pelo prefeito, agora, o petista Carlito Merss
Na tentativa de derrubar o veto do executivo, ocorrida ontem, uma nova derrota esmagadora de Peixer. Precisando de no mínimo nove votos entre os dezenove vereadores, Maurício conseguiu apenas três e viu o veto ser mantido.
Lei foi aprovada em Brasília e gerou muita polêmica
No ano passado o Distrito Federal aprovou a Lei 4.101/2008, que determina o custeio das despesas funerárias de pessoas que doaram seus órgãos. O benefício, chamado de “auxílio-caixão”, foi contestado pelo Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, que representou ao Procurador-Geral da República para que este, caso entendesse cabível, ajuizasse Adin (ação direta de inconstitucionalidade) contra a Lei Distrital.
A argumentação do Procurador-Geral de Justiça, segundo matéria veiculada no jornal Correio Braziliense, em 13 de março de 2008, (“Procurador quer Adin contra auxílio-caixão”) é de que a norma violaria o art. 199, § 4º, da Constituição da República, que veda a comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas.
Já o mestre em filosofia do direito pela USP, Carlos Frederico Ramos de Jesus, discorda do argumento da Procuradoria e não vê inconstitucionalidade no incentivo a doação de órgãos.
“Estímulos à doação de órgãos, tecidos e outras substâncias humanas não são inconstitucionais, ainda que indiretamente econômicos. A melhor leitura do artigo 199, parágrafo 4º, da Lei Maior, evidencia que a ratio da norma é vedar o tráfico de órgãos, que usa as pessoas como meios e seus tecidos como mercadorias, violando a dignidade humana.
A norma não impede prêmios ao doador, como o “auxílio-caixão” ou o documento de meia entrada. Quanto mais o Poder Público conseguir estimular licitamente as doações, mais vidas serão salvas. Por isso, normas indutivas, tais como as aqui apresentadas, longe de violarem a dignidade da pessoa humana, servem-na inteligentemente”, analisa Ramos de Jesus.
Peixer já havia tentado transformar em lei sua proposta no ano passado e recebeu o veto do ex-prefeito Marco Tebaldi.
Este ano, a isenção voltou à carga e foi um dos primeiros projetos encaminhados pelo tucano, mas novamente foi vetado pelo prefeito, agora, o petista Carlito Merss
Na tentativa de derrubar o veto do executivo, ocorrida ontem, uma nova derrota esmagadora de Peixer. Precisando de no mínimo nove votos entre os dezenove vereadores, Maurício conseguiu apenas três e viu o veto ser mantido.
Lei foi aprovada em Brasília e gerou muita polêmica
No ano passado o Distrito Federal aprovou a Lei 4.101/2008, que determina o custeio das despesas funerárias de pessoas que doaram seus órgãos. O benefício, chamado de “auxílio-caixão”, foi contestado pelo Procurador-Geral de Justiça do Distrito Federal e Territórios, que representou ao Procurador-Geral da República para que este, caso entendesse cabível, ajuizasse Adin (ação direta de inconstitucionalidade) contra a Lei Distrital.
A argumentação do Procurador-Geral de Justiça, segundo matéria veiculada no jornal Correio Braziliense, em 13 de março de 2008, (“Procurador quer Adin contra auxílio-caixão”) é de que a norma violaria o art. 199, § 4º, da Constituição da República, que veda a comercialização de órgãos, tecidos e substâncias humanas.
Já o mestre em filosofia do direito pela USP, Carlos Frederico Ramos de Jesus, discorda do argumento da Procuradoria e não vê inconstitucionalidade no incentivo a doação de órgãos.
“Estímulos à doação de órgãos, tecidos e outras substâncias humanas não são inconstitucionais, ainda que indiretamente econômicos. A melhor leitura do artigo 199, parágrafo 4º, da Lei Maior, evidencia que a ratio da norma é vedar o tráfico de órgãos, que usa as pessoas como meios e seus tecidos como mercadorias, violando a dignidade humana.
A norma não impede prêmios ao doador, como o “auxílio-caixão” ou o documento de meia entrada. Quanto mais o Poder Público conseguir estimular licitamente as doações, mais vidas serão salvas. Por isso, normas indutivas, tais como as aqui apresentadas, longe de violarem a dignidade da pessoa humana, servem-na inteligentemente”, analisa Ramos de Jesus.
A sete chaves
A polícia civil começou hoje a colher depoimentos no caso do roubo à sede da TV Cidade que aconteceu no último sábado (21). Segundo o proprietário da emissora, Vitor Guilherme, cerca de R$ 300 mil em equipamentos foi levado.
Além de funcionários, inclusive da única pessoa que estava trabalhando no momento em que ocorreu o crime, consta na lista de depoentes cinco nomes de suspeitos passados por Vitor Guilherme ao Coordenador da Central de Polícia, Rodrigo Gusso.
O empresário suspeita de antigos funcionários que, segundo ele, podem ter participado ou, no mínimo, contribuído para o assalto.
Os nomes dos suspeitos são guardados a sete chaves pela polícia para "não atrapalhar o rumo das investigações". Mas se curiosidade matasse, tinha muito profissional do ramo de comunicações estirado no chão.
Só aguardando para ver.
Além de funcionários, inclusive da única pessoa que estava trabalhando no momento em que ocorreu o crime, consta na lista de depoentes cinco nomes de suspeitos passados por Vitor Guilherme ao Coordenador da Central de Polícia, Rodrigo Gusso.
O empresário suspeita de antigos funcionários que, segundo ele, podem ter participado ou, no mínimo, contribuído para o assalto.
Os nomes dos suspeitos são guardados a sete chaves pela polícia para "não atrapalhar o rumo das investigações". Mas se curiosidade matasse, tinha muito profissional do ramo de comunicações estirado no chão.
Só aguardando para ver.
A culpa não é só dos "bêbados"
O equívoco é achar que o índice crescente de acidentes e mortes nas rodovias se deve à motoristas alcoolizados. Obviamente eles são responsaveis por uma grande parte dessas mortes, porém não são os únicos. E a estatística divulgada na reportagem é uma prova disso. Mesmo com tolerância zero, o índice subiu.
Não nos enganemos. A verdadeira tragédia nas nossas estradas é simplesmente a falta de fiscalização. Perdoem-me os valorosos e abnegados patrulheiros da PRF. Acho que o contingente é baixo, e isso prejudica o serviço.
Mas...vamos e venhamos! porque só se ouve falar em radar fotográfico em feriadões? Porque só se ouve falar em fiscalização mais rígida nas operações de Carnaval, Páscoa e Natal?
O que impede a PRF de vigiar excesso de velocidade o ano todo?
Faço o trajeto Joinville-Florianopolis-Joinville constantemente, e nunca vi um patrulheiro controlando abusos. Uns dois anos atrás até estavam usando um radar fotográfico, que nunca mais vi.
Outra coisa: a velocidade para caminhões na BR-101 não é de 80 km/h? Então me expliquem porque sou constantemente ultrapassado de forma perigosa por cegonheiros e caminhões pesados, enquanto mantenho minha velocidade limite de 100 km/h?
Caminhão não precisa ser fiscalizado? O alto índice de acidentes com caminhões registrado ultimamente prova o que digo. Aliás, até viaturas da PRF tem sido atropeladas por esses mastodontes, mas....nada acontece.
Não tenho dúvidas Senhores! A causa principal da nossa tragédia é a inoperância da fiscalização.
PRF - Por favor! fiscalize e multe. Aplique a lei. Prenda TODOS os irresponsáveis, não só os bêbados.
Nelson - Joinville/SC
Não nos enganemos. A verdadeira tragédia nas nossas estradas é simplesmente a falta de fiscalização. Perdoem-me os valorosos e abnegados patrulheiros da PRF. Acho que o contingente é baixo, e isso prejudica o serviço.
Mas...vamos e venhamos! porque só se ouve falar em radar fotográfico em feriadões? Porque só se ouve falar em fiscalização mais rígida nas operações de Carnaval, Páscoa e Natal?
O que impede a PRF de vigiar excesso de velocidade o ano todo?
Faço o trajeto Joinville-Florianopolis-Joinville constantemente, e nunca vi um patrulheiro controlando abusos. Uns dois anos atrás até estavam usando um radar fotográfico, que nunca mais vi.
Outra coisa: a velocidade para caminhões na BR-101 não é de 80 km/h? Então me expliquem porque sou constantemente ultrapassado de forma perigosa por cegonheiros e caminhões pesados, enquanto mantenho minha velocidade limite de 100 km/h?
Caminhão não precisa ser fiscalizado? O alto índice de acidentes com caminhões registrado ultimamente prova o que digo. Aliás, até viaturas da PRF tem sido atropeladas por esses mastodontes, mas....nada acontece.
Não tenho dúvidas Senhores! A causa principal da nossa tragédia é a inoperância da fiscalização.
PRF - Por favor! fiscalize e multe. Aplique a lei. Prenda TODOS os irresponsáveis, não só os bêbados.
Nelson - Joinville/SC
Cartão Joinville tenta censurar vereador
Essa ninguém me contou, eu presenciei. Ao chegar ao meu carro, no centro da cidade, flagrei a “menina” do Cartão Joinville retirando um papel de pára-brisa do meu carro. Como até hoje só havia visto elas fazendo o inverso - levantando o limpador para colocar a notificação - a atitude da jovem me chamou a atenção.
Quando fui questioná-la acabei descobrindo que se tratava de um panfleto do vereador Osmari Fritz/PMDB falando sobre o estacionamento rotativo e algumas reivindicações do vereador para a “moralização” do serviço como hora fracionada de 30 minutos e tolerância de 15 minutos para os motoristas.
Ao ser indagada sobre o ocorrido vem a surpresa maior: “A empresa mandou a gente jogar fora esse papel, cada vez que a gente encontrar”, disparou a simpática jovem.
Por telefone o vereador se limitou a afirmar que o Cartão Joinville terá que tirar muito papelzinho dos pára-brisas e que não será essa atitude que fará ele se calar.
Quando fui questioná-la acabei descobrindo que se tratava de um panfleto do vereador Osmari Fritz/PMDB falando sobre o estacionamento rotativo e algumas reivindicações do vereador para a “moralização” do serviço como hora fracionada de 30 minutos e tolerância de 15 minutos para os motoristas.
Ao ser indagada sobre o ocorrido vem a surpresa maior: “A empresa mandou a gente jogar fora esse papel, cada vez que a gente encontrar”, disparou a simpática jovem.
Por telefone o vereador se limitou a afirmar que o Cartão Joinville terá que tirar muito papelzinho dos pára-brisas e que não será essa atitude que fará ele se calar.
Apesar de mais fiscalização, mais acidentes
Balanço divulgado pela PRF (Polícia Rodoviária Federal) hoje mostra que o número de acidentes nas rodovias federais durante as festas de Momo, o primeiro sob influência da lei seca, cresceu 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo a PRF, neste ano foram registrados 2.865 acidentes, com 127 mortes e 1.748 feridos.
Em 2008, a Polícia Rodoviária registrou 2.396 acidentes, com 128 mortes e 1.472 feridos, entre os dias 1º e 6 de feveiro do ano passado. O número de mortos nas estradas ficou praticamente estável e o de feridos cresceu 18,7%.
SC no topo da lista de tragédias
O número de acidentes nas rodovias federais que cortam SC cresceu 53,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O de mortos cresceu 26,67%, de 15 para 19. No Estado, foram registrados 366 acidentes, 19 mortos e 217 feridos.
As informações são da Folhapress
Em 2008, a Polícia Rodoviária registrou 2.396 acidentes, com 128 mortes e 1.472 feridos, entre os dias 1º e 6 de feveiro do ano passado. O número de mortos nas estradas ficou praticamente estável e o de feridos cresceu 18,7%.
SC no topo da lista de tragédias
O número de acidentes nas rodovias federais que cortam SC cresceu 53,1% em relação ao mesmo período do ano passado. O de mortos cresceu 26,67%, de 15 para 19. No Estado, foram registrados 366 acidentes, 19 mortos e 217 feridos.
As informações são da Folhapress
LEI SECA: 576 presos durante o carnaval
Segundo a Agência Brasil, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) prendeu 576 pessoas,em flagrante, por estarem dirigindo bêbadas durante o feriadão. Segundo a PRF foram realizados 14.129 testes de bafômetro durante os seis dias de Operação Carnaval. Da 0h de sexta-feira até a meia noite desta Quarta-feira de Cinzas foram aplicadas 862 multas a motoristas flagrados dirigindo embriagados.
Os policiais rodoviários federais usaram 700 bafômetros durante a operação. Segundo balanço divulgado nesta hoje (quinta-feira), a PRF conseguiu fiscalizar, em média, um veículo a cada 26 minutos, 10% a mais do que a quantidade referente ao mesmo período do ano passado.
Os policiais rodoviários federais usaram 700 bafômetros durante a operação. Segundo balanço divulgado nesta hoje (quinta-feira), a PRF conseguiu fiscalizar, em média, um veículo a cada 26 minutos, 10% a mais do que a quantidade referente ao mesmo período do ano passado.
Gilmar (o Mendes), o MST e as Tramóias
Essa vem direto do Blog do Nassif:
Invasões de terra pelo MST ou por quem quer que seja são assuntos da Justiça, sim.
Ao se meter no tema e, na condição de presidente do Supremo Tribunal Federa (STF), exortar a uma ação do Ministério Público, Gilmar Mendes volta a atropelar as normas de discrição e de não intromissão em assuntos de outros poderes, que deveria caracterizar o STF.
E o faz na condição de suspeito de ter participado de duas possíveis tramóias: o tal grampo de sua conversa com o senador Demóstenes Torres; e o relatório sobre a tal escuta ambiental no Supremo.
Essa escuta não existiu, foi uma falsificação endossada por ele. O grampo, se existiu, jamais foi apresentada uma prova sequer que consubstanciasse o pré-julgamento de Gilmar Mendes, atribuindo-o à ABIN. Ao usar esses factóides como álibi para atacar todos os poderes que ousaram enfrentar Daniel Dantas, Mendes lançou a sombra da suspeição sobre o Supremo.
Pergunto: tem Judiciário neste país? Tem Ministério Público? Tem algum poder que faça Gilmar responder pelos atos que cometeu? Espero que, terminado o inquérito da Polícia Federal, cesse essa desmoralização diuturna a que Gilmar está submetendo a até então mais preservada das instituições brasileiras: o Supremo.
Invasões de terra pelo MST ou por quem quer que seja são assuntos da Justiça, sim.
Ao se meter no tema e, na condição de presidente do Supremo Tribunal Federa (STF), exortar a uma ação do Ministério Público, Gilmar Mendes volta a atropelar as normas de discrição e de não intromissão em assuntos de outros poderes, que deveria caracterizar o STF.
E o faz na condição de suspeito de ter participado de duas possíveis tramóias: o tal grampo de sua conversa com o senador Demóstenes Torres; e o relatório sobre a tal escuta ambiental no Supremo.
Essa escuta não existiu, foi uma falsificação endossada por ele. O grampo, se existiu, jamais foi apresentada uma prova sequer que consubstanciasse o pré-julgamento de Gilmar Mendes, atribuindo-o à ABIN. Ao usar esses factóides como álibi para atacar todos os poderes que ousaram enfrentar Daniel Dantas, Mendes lançou a sombra da suspeição sobre o Supremo.
Pergunto: tem Judiciário neste país? Tem Ministério Público? Tem algum poder que faça Gilmar responder pelos atos que cometeu? Espero que, terminado o inquérito da Polícia Federal, cesse essa desmoralização diuturna a que Gilmar está submetendo a até então mais preservada das instituições brasileiras: o Supremo.
Sobre o desmatamento na Otto Boehm
Leitor Jamil Miguel Chati Junior procura respostas:
Tenho algumas duvidas sobre o desmatamento que estão fazendo no terreno ao lado do edifício que sou sindico.
A Fundema estará acompanhando o desmatamento, durante toda a construção ? Digo isto por que com o tempo pode acontecer um desmatamento no silêncio, qual será a freqüência desta fiscalização?
O IMBAMA ira fiscalizar? Se a construtora tem autorização por que fazer no meio do feriado?
Segundo o engenheiro da obra só serão derrubados 45 pés de Palmito e 56 arvores(informação que esta no jornal AN do dia 24/02) desculpe, mas alguém não sabe contar, pois é só passar na frente ou olhar a foto no jornal AN do dia 24 para ver que isto não foi verdade tinha alguém fiscalizando?
Alem de plantar arvores em outro lugar como a Fundema alega que será feito, foi feito um estudo de impacto ambiental? Pois no terreno não tem só arvores no local tem vida animal, alguém se preocupou com eles?
Sobre o Rio que passa pelo terreno, quem ira fiscalizar se ele não será prejudicado?
Desculpe estar colocando estas questões, mas como disse sou sindico de um edifício ao lado do terreno e gastamos um bom dinheiro para manter o bosque e seus animais protegidos, e não acho justo que uma empresa venha e derrube o morro em um feriado se nenhum acompanhamento dos órgãos responsáveis pela proteção do local.
Para finalizar se tudo estiver sendo feito dentro da lei ninguém precisa ficar nervoso ou revoltado, mas o que queremos é transparência e consciência ecológica, a população quer uma prestação de contas sobre o que será feito neste terreno, não interessa se quem vai morar será rico ou pobre, e sim sabermos claramente qual o impacto ambiental que esta obra ira fazer ao meio ambiente, peço a todos que já se manifestaram e principalmente o ministério público que continuem mobilizados para sabermos como tudo irá ser feito e não terminar em pizza como tudo neste país!
Espero que a imprensa colabore publicando todas as manifestações sobre o assunto de proteção ambiental!
Tenho algumas duvidas sobre o desmatamento que estão fazendo no terreno ao lado do edifício que sou sindico.
A Fundema estará acompanhando o desmatamento, durante toda a construção ? Digo isto por que com o tempo pode acontecer um desmatamento no silêncio, qual será a freqüência desta fiscalização?
O IMBAMA ira fiscalizar? Se a construtora tem autorização por que fazer no meio do feriado?
Segundo o engenheiro da obra só serão derrubados 45 pés de Palmito e 56 arvores(informação que esta no jornal AN do dia 24/02) desculpe, mas alguém não sabe contar, pois é só passar na frente ou olhar a foto no jornal AN do dia 24 para ver que isto não foi verdade tinha alguém fiscalizando?
Alem de plantar arvores em outro lugar como a Fundema alega que será feito, foi feito um estudo de impacto ambiental? Pois no terreno não tem só arvores no local tem vida animal, alguém se preocupou com eles?
Sobre o Rio que passa pelo terreno, quem ira fiscalizar se ele não será prejudicado?
Desculpe estar colocando estas questões, mas como disse sou sindico de um edifício ao lado do terreno e gastamos um bom dinheiro para manter o bosque e seus animais protegidos, e não acho justo que uma empresa venha e derrube o morro em um feriado se nenhum acompanhamento dos órgãos responsáveis pela proteção do local.
Para finalizar se tudo estiver sendo feito dentro da lei ninguém precisa ficar nervoso ou revoltado, mas o que queremos é transparência e consciência ecológica, a população quer uma prestação de contas sobre o que será feito neste terreno, não interessa se quem vai morar será rico ou pobre, e sim sabermos claramente qual o impacto ambiental que esta obra ira fazer ao meio ambiente, peço a todos que já se manifestaram e principalmente o ministério público que continuem mobilizados para sabermos como tudo irá ser feito e não terminar em pizza como tudo neste país!
Espero que a imprensa colabore publicando todas as manifestações sobre o assunto de proteção ambiental!
O hino no futebol
Elogiável a decisão da Federação Catarinense de Futebol de executar o Hino Nacional cinco minutos antes do início de cada partida do Campeonato Catarinense. Mas, como diz o ditado: Se é para fazer que se faça bem feito.
Jogador patriota Na maioria dos jogos tudo certo: As duas equipes mais a arbitragem perfiladas, olhos fixos na bandeira brasileira e até com alguns jogadores com a tradicional mão no peito.
Chutando o patriotismo 1 Pena que na última rodada o protocolo foi quebrado e o que era para ser um exemplo cívico se transformou em homérica trapalhada em rede nacional. No clássico entre Tigre e JEC, em Criciúma o hino foi executado sem que o Joinville estivesse em campo.
Chutando o patriotismo 2 Mas como nada está tão ruim que não possa piorar, na partida entre Atlético Tubarão e Figueirense, a bola já estava rolando, e os times já estavam se digladiando em campo quando os auto-falantes tocavam o hino brasileiro. Ficou feito.
Jogador patriota Na maioria dos jogos tudo certo: As duas equipes mais a arbitragem perfiladas, olhos fixos na bandeira brasileira e até com alguns jogadores com a tradicional mão no peito.
Chutando o patriotismo 1 Pena que na última rodada o protocolo foi quebrado e o que era para ser um exemplo cívico se transformou em homérica trapalhada em rede nacional. No clássico entre Tigre e JEC, em Criciúma o hino foi executado sem que o Joinville estivesse em campo.
Chutando o patriotismo 2 Mas como nada está tão ruim que não possa piorar, na partida entre Atlético Tubarão e Figueirense, a bola já estava rolando, e os times já estavam se digladiando em campo quando os auto-falantes tocavam o hino brasileiro. Ficou feito.
Atirando para todos os lados

Como não sou um dos mais apaixonados pelas festas de Momo, passei meu final de semana em casa, me revesando entre a internet e a televisão. Em determinado momento me deparei com uma propaganda, bonita, vistosa e bem explicativa sobre a importância de se economizar a água. Tudo certo, se a propaganda fosse da Águas de Joinville, já que a programação era local. Mas qual foi minha surpresa? O anúncio, de trinta segundos, era da Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo).
Promoção de Serra a qualquer custo
Como não foi um erro de programação, já que vi o comercial umas quatro vezes, ficou evidente que a propaganda só teve uma intenção: promover, a qualquer custo, o governador de SP, José Serra. Segundo o jornal Folha de S. Paulo é a qualquer custo mesmo pois, só para a Rede Globo, teriam sido pagos R$ 7,4 milhões para a campanha nacional de verão da Sabesp.
Tribunal de olho
A tentativa de promoção do governador de São Paulo, pré-canditado assumido à presidência da República, em 2010, pelo PSDB, é tão escrachada que o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro pediu às TVs Globo e Bandeirantes informações a respeito de campanhas publicitárias da Sabesp. O TRE quer analisar eventual uso da máquina em benefício do governo tucano. Em nota, a Sabesp afirma que, desde a vigência das Leis Estaduais de números 12.292/2006 e 1025/2007, pode atuar não só em âmbito regional, como nacional e internacional.
TSE já condenou
No processo que julga o governador de Santa Catarina, o ministro Ari Pargendler, que proferiu seu voto pela cassação de Luiz Henrique, alertou para a manobra do governador de publicar em jornais de circulação estadual anúncios, destacando ações do governo do Estado que interessavam apenas a determinadas regiões.
O voto de Pargendler
Em seu voto, o ministro leu a íntegra de um anúncio veiculado no jornal A Notícia sobre a melhora na segurança na regional de Criciúma e depois disparou: "Será que A Notícia... publicada na cidade de Joinville, que fica no Norte do Estado, a respeito de um fato ocorrido em Criciúma, que fica no Sul do Estado. Será que essa notícia teve algum outro efeito que não o de divulgar e de em fim colocar em exposição a figura do governador?"
Expediente normal na indústria, mas horário de domingo nos ônibus
Venho através deste manifestar minha indignação com os ônibus coletivos de nossa maior cidade de Santa Catarina (Joinville).
Trabalho no distrito industrial e hoje dia 23 de fevereiro onde as industrias não param ficamos indisponibilizados de usar o ônibus coletivo que mais parece carro de transportar animal, pois em dias normais temos que andar pendurados nas portas devido ao número de passageiros ser muito maior no que o veículo. Imaginem hoje onde resolveram fazer horário de domingo !!!!!!!!
Gente, isso não é possível continuar, alguém tem que fazer alguma coisa !!!
Porque não é permitido a concorrência ? Por que nossos políticos prometem tanta coisa na época de eleição e nada fazem ? Onde estão eles agora ? Será que os filhos deles andam de ônibus ? Até quando vamos ter que pagar “CARO” pra poder trabalhar ?
Só queremos ser tratados com dignidade, porque infelizmente neste país quem mais trabalha, menos recebe. Será que ninguém vê isso ?
Ontem (domingo) vim de Barra do Sul onde o ônibus demorou 2 horas devido ao trânsito intenso, e fiquei 1 hora e quinze minutos no terminal sul aguardando o ônibus para chegar no terminal norte!
Isso precisa acabar !!!!!!! Vamos deixar a concorrência entrar pelo Amor de Deus !!!!!!!!
Maria Cristina Lemke
Trabalho no distrito industrial e hoje dia 23 de fevereiro onde as industrias não param ficamos indisponibilizados de usar o ônibus coletivo que mais parece carro de transportar animal, pois em dias normais temos que andar pendurados nas portas devido ao número de passageiros ser muito maior no que o veículo. Imaginem hoje onde resolveram fazer horário de domingo !!!!!!!!
Gente, isso não é possível continuar, alguém tem que fazer alguma coisa !!!
Porque não é permitido a concorrência ? Por que nossos políticos prometem tanta coisa na época de eleição e nada fazem ? Onde estão eles agora ? Será que os filhos deles andam de ônibus ? Até quando vamos ter que pagar “CARO” pra poder trabalhar ?
Só queremos ser tratados com dignidade, porque infelizmente neste país quem mais trabalha, menos recebe. Será que ninguém vê isso ?
Ontem (domingo) vim de Barra do Sul onde o ônibus demorou 2 horas devido ao trânsito intenso, e fiquei 1 hora e quinze minutos no terminal sul aguardando o ônibus para chegar no terminal norte!
Isso precisa acabar !!!!!!! Vamos deixar a concorrência entrar pelo Amor de Deus !!!!!!!!
Maria Cristina Lemke
"Um ótimo enredo de comédia se não fosse trágico"
Novo secretário da Fazenda, Márcio Florêncio, revela que também já teve de "testar a sua paciência" e informa que sua equipe está estudando soluções para que os munícipes sejam melhores atendidos:
Prezado Cristiano.
O seu relato poderia ser um ótimo enredo de comédia se não fosse trágico. Em verdade, perdem os munícipes por serem mal atendidos e o Município por deixar de arrecadar de maneira mais eficiente os tributos devidos.
Eu, pessoalmente, há alguns anos atrás passei por situação semelhante a essa quando “resolvi” atualizar o meu cadastro imobiliário que, a bem da verdade, não estava me atrapalhando em nada, mas, por vício de perfeccionismo, eu não me conformava em ter meu nome escrito de maneira incorreta no carnê de IPTU.
Fui à Prefeitura e depois de horas de espera me exigiram tantos documentos para uma coisa que me parecia tão simples que fui embora de lá frustrado e só retornei àquele local recentemente em função de estar ocupando o cargo de Secretário de Fazenda e desde então (26/01/2009) uma das minhas grandes preocupações tem sido a qualidade do atendimento ao público.
Já identificamos que alguns gargalos que prejudicam o atendimento e nos levam ao caos relatado por você. Entre eles podemos destacar inicialmente: a) a Secretaria de Fazenda atende ao protocolo de outras secretarias (SEINFRA, Procuradoria do Município, Secretaria de Administração, etc) e de outras companhias públicas (CONURB), por exemplo, o que sobrecarrega os nossos servidores e o nosso serviço; b) inexistência de uma lei municipal que regule procedimentos e processos administrativos; c) falta de treinamento adequado aos servidores.
A melhoria do atendimento ao público é alvo de um estudo que está sendo conduzido por nossa equipe e que, esperamos, em breve período possa resultar no estabelecimento de melhores rotinas a fim de que possamos atender de maneira eficiente o nosso munícipe.
Para tanto, as suas observações nos são de grande importância e farão parte de nosso planejamento.
Aproveito o ensejo para solicitar a você e a todos que tem sugestões e reclamações a respeito do nosso atendimento que encaminhem suas contribuições para o endereço eletrônico fazenda@joinville.sc.gov.br.
Márcio Florêncio
Secretário de Fazenda de Joinville
Prezado Cristiano.
O seu relato poderia ser um ótimo enredo de comédia se não fosse trágico. Em verdade, perdem os munícipes por serem mal atendidos e o Município por deixar de arrecadar de maneira mais eficiente os tributos devidos.
Eu, pessoalmente, há alguns anos atrás passei por situação semelhante a essa quando “resolvi” atualizar o meu cadastro imobiliário que, a bem da verdade, não estava me atrapalhando em nada, mas, por vício de perfeccionismo, eu não me conformava em ter meu nome escrito de maneira incorreta no carnê de IPTU.
Fui à Prefeitura e depois de horas de espera me exigiram tantos documentos para uma coisa que me parecia tão simples que fui embora de lá frustrado e só retornei àquele local recentemente em função de estar ocupando o cargo de Secretário de Fazenda e desde então (26/01/2009) uma das minhas grandes preocupações tem sido a qualidade do atendimento ao público.
Já identificamos que alguns gargalos que prejudicam o atendimento e nos levam ao caos relatado por você. Entre eles podemos destacar inicialmente: a) a Secretaria de Fazenda atende ao protocolo de outras secretarias (SEINFRA, Procuradoria do Município, Secretaria de Administração, etc) e de outras companhias públicas (CONURB), por exemplo, o que sobrecarrega os nossos servidores e o nosso serviço; b) inexistência de uma lei municipal que regule procedimentos e processos administrativos; c) falta de treinamento adequado aos servidores.
A melhoria do atendimento ao público é alvo de um estudo que está sendo conduzido por nossa equipe e que, esperamos, em breve período possa resultar no estabelecimento de melhores rotinas a fim de que possamos atender de maneira eficiente o nosso munícipe.
Para tanto, as suas observações nos são de grande importância e farão parte de nosso planejamento.
Aproveito o ensejo para solicitar a você e a todos que tem sugestões e reclamações a respeito do nosso atendimento que encaminhem suas contribuições para o endereço eletrônico fazenda@joinville.sc.gov.br.
Márcio Florêncio
Secretário de Fazenda de Joinville
LHS: Cassação é tida como certa
A tese de que em caso de cassação de LHS, ele deixaria o cargo para o escolhido numa eleição interna na Assembléia Legislativa, caiu por terra na última terça-feira (17).
No julgamento do TSE que culminou com a cassação do governador da Paraíba, Cassio Cunha Lima (PSDB), a corte superior decidiu dar posse ao segundo colocado nas eleições, no caso José maranhão, do PMDB.
A discussão foi acalorada no Tribunal, no entanto ficou claro que a Assembléia Legislativa fica somente com a incumbência para definir a data da posse do novo governador.
A defesa de Amin acredita que o processo de LHS vá a baila em no máximo duas semanas. “Informamos que em razão da decisão de ontem à noite (TSE - Governo da Paraíba), tudo colabora com a tese da posse do segundo colocado nas eleições, ou seja, Esperidião Amin e Hugo Biehl”, disse o advogado Jackson Domenico, que defende a cassação de LHS.
Vale lembrar que LHS viu 3 votos serem pela cassação. No quarto voto o julgamento parou. Como são sete ministros, com mais um voto LHS seria cassado.
O novo julgamento deve começar da estaca zero, no entanto, o caso do paraibano aponta que o Tribunal não está assim tão bonzinho.
No julgamento do TSE que culminou com a cassação do governador da Paraíba, Cassio Cunha Lima (PSDB), a corte superior decidiu dar posse ao segundo colocado nas eleições, no caso José maranhão, do PMDB.
A discussão foi acalorada no Tribunal, no entanto ficou claro que a Assembléia Legislativa fica somente com a incumbência para definir a data da posse do novo governador.
A defesa de Amin acredita que o processo de LHS vá a baila em no máximo duas semanas. “Informamos que em razão da decisão de ontem à noite (TSE - Governo da Paraíba), tudo colabora com a tese da posse do segundo colocado nas eleições, ou seja, Esperidião Amin e Hugo Biehl”, disse o advogado Jackson Domenico, que defende a cassação de LHS.
Vale lembrar que LHS viu 3 votos serem pela cassação. No quarto voto o julgamento parou. Como são sete ministros, com mais um voto LHS seria cassado.
O novo julgamento deve começar da estaca zero, no entanto, o caso do paraibano aponta que o Tribunal não está assim tão bonzinho.
Vereador Osmari Fritz e o Cartão de Estacionamento Rotativo
A carta do leitor indignado com falta do cartão fraccionado no estacionamento rotativo recebeu a atenção especial do vereador do PMDB Osmari Fritz:
Essa situação é comum, “as meninas” parece que recebem porcentagem por notificação. Queremos mudar essa situação. Nossa batalha precisa dos usuários do sistema reclamando e protestando contra os abusos.Queremos um estacionamento rotativo democrático, com quinze (15) minutos de tolerância e hora fracionada. Estamos fazendo o que é possível dentro da legalidade para vencer a máquina arrecadadora.
Veja os projetos a respeito do estacionamento rotativo que apresentamos na Câmara de Vereadores em nosso site:www.osmarifritz.com.br
Vereador Osmari Fritz
Essa situação é comum, “as meninas” parece que recebem porcentagem por notificação. Queremos mudar essa situação. Nossa batalha precisa dos usuários do sistema reclamando e protestando contra os abusos.Queremos um estacionamento rotativo democrático, com quinze (15) minutos de tolerância e hora fracionada. Estamos fazendo o que é possível dentro da legalidade para vencer a máquina arrecadadora.
Veja os projetos a respeito do estacionamento rotativo que apresentamos na Câmara de Vereadores em nosso site:www.osmarifritz.com.br
Vereador Osmari Fritz
Roubo de veículo no América. EU VÍ
Leitor conta sobre experiência de presenciar o furto de um veículo e se sentir de mãos atadas.
Infelizmente eu tive a infelicidade de presenciar o roubo do VW BORA no Bairro América. Por acaso, entrei numa rua errada ao voltar pra casa onde estou de passagem e me dei de frente com essa palhaçada.
Eram dois pivetes que mal sabiam dirigir, notei que o carro estava "dando coices" na rua e achei estranho. Estava com minha família e fiquei a poucos metros atrás esperando o motorista se decidir no que ia fazer. Em alguns segundos o rapaz saiu cantando pneus e veio a dona chorando e em estado de choque. Perguntei se haviam roubado o carro dela e ela disse que sim. Por um momento pensei em perseguir os infelizes e fui atrás alguns metros mas tinha meu bebê no carro e decidi ir pra casa rápido.
Após o ocorrido liguei pra Delegacia da 3a Regional e o policial me soou bem desinteressado, um mero cabide de emprego, sem qualquer interesse no assunto. Parece que isso é bem típico da polícia brasileira, quanto mais de uma cidade supostamente "pacata" como Joinville.
Joinville não é a mesma que conheci 19 anos atrás. Hoje moro no exterior e fiquei chocado com a ousadia, a violência e a falta de preparo da polícia local. A violência cresceu e a polícia continua entrevada nos idos dos anos 80.
A menos que haja um levante popular contra a incapacidade das delegacias de prevenir e/ou processar o crime, a situação só vai piorar.
Acorda Joinville.
Infelizmente eu tive a infelicidade de presenciar o roubo do VW BORA no Bairro América. Por acaso, entrei numa rua errada ao voltar pra casa onde estou de passagem e me dei de frente com essa palhaçada.
Eram dois pivetes que mal sabiam dirigir, notei que o carro estava "dando coices" na rua e achei estranho. Estava com minha família e fiquei a poucos metros atrás esperando o motorista se decidir no que ia fazer. Em alguns segundos o rapaz saiu cantando pneus e veio a dona chorando e em estado de choque. Perguntei se haviam roubado o carro dela e ela disse que sim. Por um momento pensei em perseguir os infelizes e fui atrás alguns metros mas tinha meu bebê no carro e decidi ir pra casa rápido.
Após o ocorrido liguei pra Delegacia da 3a Regional e o policial me soou bem desinteressado, um mero cabide de emprego, sem qualquer interesse no assunto. Parece que isso é bem típico da polícia brasileira, quanto mais de uma cidade supostamente "pacata" como Joinville.
Joinville não é a mesma que conheci 19 anos atrás. Hoje moro no exterior e fiquei chocado com a ousadia, a violência e a falta de preparo da polícia local. A violência cresceu e a polícia continua entrevada nos idos dos anos 80.
A menos que haja um levante popular contra a incapacidade das delegacias de prevenir e/ou processar o crime, a situação só vai piorar.
Acorda Joinville.
Mais sobre as "amarelinhas" do Cartão Joinville
Olha amigo, sempre leio sua coluna, e fiquei indignado ao ler o leitor reclamar sobre os treze minutos.
Eu tenho habito de comprar cartão, mas ultimamente não achei as amarelinhas, e por isto levei várias notificações. Como eleitor e pagador de impostos, e muitos outros também são, era hora de fazer alguma coisa, pois nunca encontramos as amarelinhas nos locais, porque somos culpados se é elas que não estão no devido lugar, somos nós que temos que correr e achar?
Como podemos aceitar isto!!! Ontem mesmo fiquei 30 minutos no apartamento de minha tia bem no centro, olhando pela janela até uma amarelinha aparecer, não apareceu. Tive de ir ao banco que fica em frente ao apartamento, entrei na fila e fiquei 10 minutos, quando voltei, já estava notificado, eu já perdi as contas de quantas multas já levei e quantas tive que ir retirar pagando o valor para não vir a autuação de multa.
E ai meus vereadores e o nosso prefeito!!! Como é que fica esta questão, nós é que temos que correr para achar as amarelinha, nós é que nos irritamos, nós que pagamos, nós que elegemos os nossos defensores, nós que nos arrebentamos em ficar esperando muitas vezes de baixo de muita chuva ou aquele enorme calor, e muitas vezes com crianças como é meu caso.
Quem fiscaliza? Quem faz a lei? Quem recebe o dinheiro? Quem utiliza o dinheiro das multas ou tais vendas dos cartões? Para que elas estão nas ruas se nunca achamos?
De quem é a culpa? É das amarelinhas? É Nossas? Cade a resposta? Quem irá fazer algo em nosso favor?
É nesta hora que saberemos quem nos respeita e quer realmente ser valorizado como político. Que quer mudar e fazer uma Joinville melhor. Os senhores da lei o que dizem a respeito quando nos roubam um carro? Se pagamos por um estacionamento, temos que ter certeza que ele estará lá quando voltarmos, mais isto é improvável, pois quem não tem seguro acaba pagando pelos seus próprios erros, erros nossos de aceitar que isto continue, se não unirmos na sociedade e botar a boca no trombone como se diz a gíria, nada será mudado, continuaremos pagando ou sendo multados por uma lei feita pensado apenas neles, e não em nós, pois dinheiro faz dinheiro, e multa tira pontos na carteira e o nosso suado salário para encher os cofres. Cofres estes que nunca estarão vazios.
Wendel Ricardo da Silva
wendel.joi@hotmail.com
Eu tenho habito de comprar cartão, mas ultimamente não achei as amarelinhas, e por isto levei várias notificações. Como eleitor e pagador de impostos, e muitos outros também são, era hora de fazer alguma coisa, pois nunca encontramos as amarelinhas nos locais, porque somos culpados se é elas que não estão no devido lugar, somos nós que temos que correr e achar?
Como podemos aceitar isto!!! Ontem mesmo fiquei 30 minutos no apartamento de minha tia bem no centro, olhando pela janela até uma amarelinha aparecer, não apareceu. Tive de ir ao banco que fica em frente ao apartamento, entrei na fila e fiquei 10 minutos, quando voltei, já estava notificado, eu já perdi as contas de quantas multas já levei e quantas tive que ir retirar pagando o valor para não vir a autuação de multa.
E ai meus vereadores e o nosso prefeito!!! Como é que fica esta questão, nós é que temos que correr para achar as amarelinha, nós é que nos irritamos, nós que pagamos, nós que elegemos os nossos defensores, nós que nos arrebentamos em ficar esperando muitas vezes de baixo de muita chuva ou aquele enorme calor, e muitas vezes com crianças como é meu caso.
Quem fiscaliza? Quem faz a lei? Quem recebe o dinheiro? Quem utiliza o dinheiro das multas ou tais vendas dos cartões? Para que elas estão nas ruas se nunca achamos?
De quem é a culpa? É das amarelinhas? É Nossas? Cade a resposta? Quem irá fazer algo em nosso favor?
É nesta hora que saberemos quem nos respeita e quer realmente ser valorizado como político. Que quer mudar e fazer uma Joinville melhor. Os senhores da lei o que dizem a respeito quando nos roubam um carro? Se pagamos por um estacionamento, temos que ter certeza que ele estará lá quando voltarmos, mais isto é improvável, pois quem não tem seguro acaba pagando pelos seus próprios erros, erros nossos de aceitar que isto continue, se não unirmos na sociedade e botar a boca no trombone como se diz a gíria, nada será mudado, continuaremos pagando ou sendo multados por uma lei feita pensado apenas neles, e não em nós, pois dinheiro faz dinheiro, e multa tira pontos na carteira e o nosso suado salário para encher os cofres. Cofres estes que nunca estarão vazios.
Wendel Ricardo da Silva
wendel.joi@hotmail.com
Banco dos Catarinenses?
Por Jefferson Souza
Quatro. Este foi o número de vezes que estive fazendo a via sacra para o famigerado recadastramento do cartão eletrônico do Besc, incorporado ao Banco do Brasil. Desorganização total. Sequer um estande na entrada do banco para prestar as primeiras informações ao cliente.
Agendar atendimento – a exemplo de outras instituições do setor – nem pensar.
Na parede, apenas uma cartolina escrita à mão com a relação de documentos para o recadastramento. O jeito é subir a escada e esperar até sei lá quando pra ser atendido. E ver pessoas idosas e deficientes físicos tendo que subir as mesmas escadas e passar pelo mesmo descaso.
Atendimento preferencial para gestantes? Nenhuma referência sobre isso! E nem vou falar naquela história de 15 minutos pra ser atendido. E apenas nesta quarta ida ao "Banco dos Catarinenses" (quinta-feira, 19.02) - após um início de tumulto que se anunciou entre as quase 40 pessoas que já se aglomeravam com dúvidas sobre quase tudo, que uma funcionária teve a inteligente idéia de fazer esclarecimentos aos clientes.
E disse: "O cartão Besc/Mastercard terá validade no comércio até 31 de março e o mesmo cartão magnético para uso exclusivamente nas agências Besc, vale por outros 90 dias". Resumo: falta de organização, falta de informação, falta de iniciativa por parte dos responsáveis e dos funcionários da agência 014, do Besc Joinville.
Aí pergunto: E quando estes mesmos funcionários – nem sempre bem humorados – fazem greve e pedem nosso apoio e compreensão nas suas reivindicações salariais? O que devemos fazer? E mais: os comerciais "hollywoodianos" que insistem em nos fazer acreditar que a agência bancária é uma extensão da nossa a casa e o gerente é o nosso melhor amigo? Ora façam-me o favor!
Quatro. Este foi o número de vezes que estive fazendo a via sacra para o famigerado recadastramento do cartão eletrônico do Besc, incorporado ao Banco do Brasil. Desorganização total. Sequer um estande na entrada do banco para prestar as primeiras informações ao cliente.
Agendar atendimento – a exemplo de outras instituições do setor – nem pensar.
Na parede, apenas uma cartolina escrita à mão com a relação de documentos para o recadastramento. O jeito é subir a escada e esperar até sei lá quando pra ser atendido. E ver pessoas idosas e deficientes físicos tendo que subir as mesmas escadas e passar pelo mesmo descaso.
Atendimento preferencial para gestantes? Nenhuma referência sobre isso! E nem vou falar naquela história de 15 minutos pra ser atendido. E apenas nesta quarta ida ao "Banco dos Catarinenses" (quinta-feira, 19.02) - após um início de tumulto que se anunciou entre as quase 40 pessoas que já se aglomeravam com dúvidas sobre quase tudo, que uma funcionária teve a inteligente idéia de fazer esclarecimentos aos clientes.
E disse: "O cartão Besc/Mastercard terá validade no comércio até 31 de março e o mesmo cartão magnético para uso exclusivamente nas agências Besc, vale por outros 90 dias". Resumo: falta de organização, falta de informação, falta de iniciativa por parte dos responsáveis e dos funcionários da agência 014, do Besc Joinville.
Aí pergunto: E quando estes mesmos funcionários – nem sempre bem humorados – fazem greve e pedem nosso apoio e compreensão nas suas reivindicações salariais? O que devemos fazer? E mais: os comerciais "hollywoodianos" que insistem em nos fazer acreditar que a agência bancária é uma extensão da nossa a casa e o gerente é o nosso melhor amigo? Ora façam-me o favor!