São as águas de março
Semana de chuva e, para variar, inundações em Joinville. A rotina da cidade é essa: maré alta + chuva = ruas alagadas. O centro da cidade foi bastante castigado, mas nada comparado com a zona sul. Do jeito que anda chovendo, não há rio que aguente e com o volume de água aumentando, a inundação é inevitável. Bastaram quatro horas de chuvas torrenciais para a cidade voltar a viver o caos. A prefeitura terá de usar todo um jogo de cintura para atender aos atingidos, pois se na semana passada, sem enchente, teve manifestação popular pedindo providências contra as cheias, imagine agora que a lama voltou a invadir as casas sem pedir licença.
Sim nós podemos!!!
É inadimissível o que acontece toda vez que chove no bairro paranaguamirim, será que terá que morrer uma familia inteira de desgosto por perder tudo pela quinta vez para as autoridades tomarem alguma providencia emergencial, fazer reunião é muito bonito, mais cadê as propostas , onde esta a solução, onde esta os vereadores, amigo da comunidade que se elegeram pelo seu voto, pelo nosso voto , sei que tem muito o que fazer mais ja esta na hora de tomar uma atitude, a regional do paranagua mirim esta de mãos atadas, não consegue se quer uma máquina, é uma vergonha para a nossa cidade que gasta tanto dinheiro em festas e comemorações , com tanta familia passando fome e necessidades, lembrando que estamos numa época de camapanha da Farternidade , cade a justiça onde teremos paz com tanta falta dela . Ja esta na hora do povo acordar , o voto vale muito mais que um abraço e um aperto de mão, chega de ficarmos de braços cruzados, vamos fazer a diferença, acorda para vida povo de Deus , e como diz Barack Obana , sim nós podemos !
Juliano Joaquim
Morador do Paranaguamirim
Juliano Joaquim
Morador do Paranaguamirim
Bancos devem R$ 40 milhões à Prefeitura
O secretário da Fazenda, Marcio Florêncio, quer saber por que a gestão passada deixou de cobrar R$ 40 milhões de ISS dos bancos. Segundo Florêncio, “cada um pagava o que quisesse.”
Não acabou
Para quem acha que as discussões envolvendo o sistema de informática da prefeitura acabaram, se enganou. O balanço precisou ser consolidado (reunidos os números de todos os órgãos da administração direta e indireta) no sistema Excel. “Há uma resistência dos servidores em utilizar o sistema que ainda não está pronto”, afirmou Florêncio.
Prazo para a Aporte
Florêncio admite, porém, que a empresa Aporte, que venceu licitação de R$ 8 milhões, pagos antecipadamente na gestão passada, tem até junho para deixar o sistema 100% operacionalizado.
Todo mundo passou da conta
O secretário da Fazenda criticou o fato dos órgãos da administração indireta da prefeitura fecharem também no vermelho, fazendo com que a prefeitura tenha que movimentar seu caixa para saldar a dívida. “O que não pode é a Prefeitura sustentar a administração indireta. Se é para ser assim, vou sugerir que virem secretarias”, admitiu.
Auditoria no transporte coletivo
O secretário da Infra-estrutura Nelson Trigo ainda estuda detalhadamente item a item da planilha de calculo das empresas usada como base para o pedido de aumento de 12% nas tarifas do transporte coletivo. “Se os números não baterem com o levantamento paralelo da Seinfra, vamos pedir auditoria”, completou.
Sobre o Dia Internacional da Mulher
Por Senimara Santos
Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
Luís Fernando Veríssimo
NEM EU..rss
Era uma vez... numa terra muito distante...uma princesa linda, independente e cheia de auto-estima.
Ela se deparou com uma rã enquanto contemplava a natureza e pensava em como o maravilhoso lago do seu castelo era relaxante e ecológico...
Então, a rã pulou para o seu colo e disse: linda princesa, eu já fui um príncipe muito bonito.
Uma bruxa má lançou-me um encanto e transformei-me nesta rã asquerosa.
Um beijo teu, no entanto, há de me transformar de novo num belo príncipe e poderemos casar e constituir lar feliz no teu lindo castelo.
A tua mãe poderia vir morar conosco e tu poderias preparar o meu jantar, lavar as minhas roupas, criar os nossos filhos e seríamos felizes para sempre...
Naquela noite, enquanto saboreava pernas de rã sautée, acompanhadas de um cremoso molho acebolado e de um finíssimo vinho branco, a princesa sorria, pensando consigo mesma:
- Eu, hein?... nem morta!
Luís Fernando Veríssimo
NEM EU..rss
EXCLUSIVIDADE?
por Curt Nees*
O que assistimos todos os dias, em quase todos os canais abertos da televisão brasileira - em especial nos tais programas policiais, nos de fofocas televisivas etc - nos mostra que já é passada a hora da nossa televisão passar não pela censura (NUNCA MAIS!), mas por um acompanhamento de algum orgão regulador, ou coisa que o valha.
O recente episódio da brasileira na Suiça, visto em todo o mundo, explica claramente o que quero dizer. No afã de sair na frente, com 'exclusividade', as emissoras não se preocupam em checar a fonte, em ver se o que põe no ar procede, em ouvir o outro lado...
Nos 'programas' policiais a coisa também está feia. Coloca-se um suspeito na tela, e depois descobre-se o engano. E aí? O que o suspeito vai fazer da sua vida, agora?
E é bom lembrarmos também do Caso Eloá, onde a mídia televisiva, na minha opinião, foi irresponsável ao extremo, ao mostrar o que acontecia fora do prédio, sem sequer imaginar que o sequestrador poderia estar acompanhando todos os passos da polícia etc. através de um aparelho de televisão.
Ah, não podemos esquecer, também, as excelentes matérias das celebridades. Afinal, como poderemos dormir sem saber que fulano trocou de carro, beltrama de marido, que sicrano foi visto aos beijos na balada... e outras tantas 'informações', tão úteis e sempre tão 'exclusivas'? Impossível viver sem elas, não?
Ah, quase esqueço: E o que falar falar do instrutivo, do educativo, do inteligente, do... do tal BBB - Besteirol, Bobagem, Bolinagem, Boicotagem - onde milhares (senão milhões!) de brasileiros aplicam seu pobre dinheirinho na poupança do Marinho?
Passou da hora, não? Ou será que eu é que estou me passando?
Curt Nees, 62, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina.
O que assistimos todos os dias, em quase todos os canais abertos da televisão brasileira - em especial nos tais programas policiais, nos de fofocas televisivas etc - nos mostra que já é passada a hora da nossa televisão passar não pela censura (NUNCA MAIS!), mas por um acompanhamento de algum orgão regulador, ou coisa que o valha.
O recente episódio da brasileira na Suiça, visto em todo o mundo, explica claramente o que quero dizer. No afã de sair na frente, com 'exclusividade', as emissoras não se preocupam em checar a fonte, em ver se o que põe no ar procede, em ouvir o outro lado...
Nos 'programas' policiais a coisa também está feia. Coloca-se um suspeito na tela, e depois descobre-se o engano. E aí? O que o suspeito vai fazer da sua vida, agora?
E é bom lembrarmos também do Caso Eloá, onde a mídia televisiva, na minha opinião, foi irresponsável ao extremo, ao mostrar o que acontecia fora do prédio, sem sequer imaginar que o sequestrador poderia estar acompanhando todos os passos da polícia etc. através de um aparelho de televisão.
Ah, não podemos esquecer, também, as excelentes matérias das celebridades. Afinal, como poderemos dormir sem saber que fulano trocou de carro, beltrama de marido, que sicrano foi visto aos beijos na balada... e outras tantas 'informações', tão úteis e sempre tão 'exclusivas'? Impossível viver sem elas, não?
Ah, quase esqueço: E o que falar falar do instrutivo, do educativo, do inteligente, do... do tal BBB - Besteirol, Bobagem, Bolinagem, Boicotagem - onde milhares (senão milhões!) de brasileiros aplicam seu pobre dinheirinho na poupança do Marinho?
Passou da hora, não? Ou será que eu é que estou me passando?
Curt Nees, 62, publicitário, despachando de Jaraguá do Sul, na bela e Santa Catarina.
O dia do Olho Roxo
Por Pedro Cardoso da Costa - Bel. Direito
Parece daquelas brincadeiras de mau gosto, mas não é. Trata-se de definição de uma delegacia da mulher fazendo referência à segunda-feira, dia de maior incidencia de espancamento pelos companheiros, maridos, amantes e namorados. Parece uma brincadeira, pois é colocada como se fosse uma coisa normal do cotidiano. Não é. Quem espanca qualquer pessoa comete crime, e quem comete crime é criminoso. Toda discussão correta tem que começar deste ponto. De outra forma é distorção.
Quando a decantada lei Maria da Penha foi aprovada como solução da violência contra mulheres, discordei e mencionei em artigo a ressalva de que se tratava de lei mais benéfica do que o Código Penal. E lei penal mais benéfica é obrigatória a sua aplicação. A lei especifica a pena mínima de três meses. O Código Penal prevê dois anos, quando a agressão causa deformidade permanente (art. 129, § 2º, IV). Mulheres com partes queimadas dos corpos, com pedaços arrancados ou com imensas cicatrizes são o que se vê todo dia na televisão e nas delegacias. Alguém precisa explicar a diferença da deformidade da mulher espancada pelos companheiros de outra causada por um estranho.
Além disso, vários outros artigos podem ser aplicados, No meio de tanta violencia há tipicidade de crimes como cárcere privado, extorsão de bens, abortos provocados em decorrencia das agressões, abuso do pátrio poder e a maioria poderia ser tipificada como tentativa de homicídio, já que muitas mortes não se concretizam por interferência de terceiros. Essas agressões vem para fazer as mulheres calares sobre condutas reprováveis como traição, namoro, bebedeiras, jogos e outras incompatíveis com a vida conjugal. Também se deve ressaltar que os agressores se aproveitam de suas condições de brucutus contra frágeis mulheres. Em grande parte são covardes incapazes de levantar a voz contra outros de seu porte e descarregam suas frustrações sobre aquelas a quem deveriam protegê-las.
Não podem ser amenizados pela relação de parentesco. Caso arrancassem pedaço de um vizinho seria crime. Aceitar que pode tirar pedaços da esposa, da companheira é dá um atestado de impunidade sobre um crime covarde e hediondo. E de ação pública, o que não permitiria direito de perdão pela vítima.
Deixar a defesa por conta das próprias vítimas é não querer enfrentar o problema como se deve. É simplificar demais. É facilitar a ação desses brucutus, toscos e torpes. As mulheres sofrem primeiro o domínio psíquico. Não tem forças para se defender sozinhas.
Há algum tempo o ator Kadu Moliterno agrediu a esposa. A rede Globo, ao menos, poderia ter expedido um manifesto de repúdio e não permitir trabalhar como ator. Essa permissão ajuda a passar a ideia de que alguns podem agredir sem punição. E não vale a máxima de que o pessoal é separado do profissional. Não é e não deve ser. Pois o comedimento vem em função de possíveis punições.
Todo os órgãos públicos, o Ministério Público, a sociedade em geral, as instituições de voluntários precisam se unir para criar mecanismos efetivos de defesa às vítimas.
Já as mulheres precisam tomar a iniciativa de sua própria defesa, já que são elas que sofrem as torturas. Generalizar o conceito de que agressão física jamais será aceita. Só colocar letras em papel, chame-se isso de lei, nada resolve, conforme comprovado pelo aumento de assassinatos de mulheres pelos companheiros. Quem causa lesão corporal ou agride é bandido e como tal deve ser severamente punido.
Parece daquelas brincadeiras de mau gosto, mas não é. Trata-se de definição de uma delegacia da mulher fazendo referência à segunda-feira, dia de maior incidencia de espancamento pelos companheiros, maridos, amantes e namorados. Parece uma brincadeira, pois é colocada como se fosse uma coisa normal do cotidiano. Não é. Quem espanca qualquer pessoa comete crime, e quem comete crime é criminoso. Toda discussão correta tem que começar deste ponto. De outra forma é distorção.
Quando a decantada lei Maria da Penha foi aprovada como solução da violência contra mulheres, discordei e mencionei em artigo a ressalva de que se tratava de lei mais benéfica do que o Código Penal. E lei penal mais benéfica é obrigatória a sua aplicação. A lei especifica a pena mínima de três meses. O Código Penal prevê dois anos, quando a agressão causa deformidade permanente (art. 129, § 2º, IV). Mulheres com partes queimadas dos corpos, com pedaços arrancados ou com imensas cicatrizes são o que se vê todo dia na televisão e nas delegacias. Alguém precisa explicar a diferença da deformidade da mulher espancada pelos companheiros de outra causada por um estranho.
Além disso, vários outros artigos podem ser aplicados, No meio de tanta violencia há tipicidade de crimes como cárcere privado, extorsão de bens, abortos provocados em decorrencia das agressões, abuso do pátrio poder e a maioria poderia ser tipificada como tentativa de homicídio, já que muitas mortes não se concretizam por interferência de terceiros. Essas agressões vem para fazer as mulheres calares sobre condutas reprováveis como traição, namoro, bebedeiras, jogos e outras incompatíveis com a vida conjugal. Também se deve ressaltar que os agressores se aproveitam de suas condições de brucutus contra frágeis mulheres. Em grande parte são covardes incapazes de levantar a voz contra outros de seu porte e descarregam suas frustrações sobre aquelas a quem deveriam protegê-las.
Não podem ser amenizados pela relação de parentesco. Caso arrancassem pedaço de um vizinho seria crime. Aceitar que pode tirar pedaços da esposa, da companheira é dá um atestado de impunidade sobre um crime covarde e hediondo. E de ação pública, o que não permitiria direito de perdão pela vítima.
Deixar a defesa por conta das próprias vítimas é não querer enfrentar o problema como se deve. É simplificar demais. É facilitar a ação desses brucutus, toscos e torpes. As mulheres sofrem primeiro o domínio psíquico. Não tem forças para se defender sozinhas.
Há algum tempo o ator Kadu Moliterno agrediu a esposa. A rede Globo, ao menos, poderia ter expedido um manifesto de repúdio e não permitir trabalhar como ator. Essa permissão ajuda a passar a ideia de que alguns podem agredir sem punição. E não vale a máxima de que o pessoal é separado do profissional. Não é e não deve ser. Pois o comedimento vem em função de possíveis punições.
Todo os órgãos públicos, o Ministério Público, a sociedade em geral, as instituições de voluntários precisam se unir para criar mecanismos efetivos de defesa às vítimas.
Já as mulheres precisam tomar a iniciativa de sua própria defesa, já que são elas que sofrem as torturas. Generalizar o conceito de que agressão física jamais será aceita. Só colocar letras em papel, chame-se isso de lei, nada resolve, conforme comprovado pelo aumento de assassinatos de mulheres pelos companheiros. Quem causa lesão corporal ou agride é bandido e como tal deve ser severamente punido.
MPF processa Record e Gazeta por “demonização” de religiões afro
O MPF-SP (Ministério Público Federal em São Paulo) ajuizou uma ação civil pública contra a Rede Record e a TV Gazeta pedindo indenização no valor de, respectivamente , R$ 13.600.000,00 e R$ 2.424.300,00, pela suposta discriminação das religiões de origem afrobrasileira na programação das emissoras.
De acordo com a Procuradoria, programas religiosos exibidos nas redes de TV utilizam há anos expressões que discriminam religiões como umbanda e candomblé, tais como “encosto”, demônios, “espíritos imundos”, “feitiçaria”, além da famigerada “macumba”.
Para a procuradora regional dos Direitos do Cidadão Adriana da Silva Fernandes, autora da ação, as emissoras não estão imunes de responsabilidade sobre programas feitos por produtoras independentes.
“A Record e a Gazeta são responsáveis pelas ofensas às religiões de matriz africana desferidas reiteradamente pelos programas religiosos veiculados em sua grade de programação”, ressaltou Adriana Fernandes.
Em liminar, o MPF pede que as emissoras interrompam a exibição de programas que façam esse tipo de referência aos cultos de origem afro, e sugere multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da possível decisão da Justiça.
A reportagem de Última Instância procurou a Rede Record e a TV Gazeta, mas até o momento não houve resposta.
Direitos
A procuradora destaca que os referidos programas ferem direitos fundamentais, como a liberdade de crença e o “respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”.
“O abuso praticado pelas rés contraria a dignidade da pessoa humana,(...) bem como os próprios objetivos de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, com a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, ressalta Adriana da Silva.
Segundo o MPF, em abril de 2008, o Ministério das Comunicações aplicou multa de R$ 1.012,32 às duas emissoras por ofensas às religiões afro, mas na visão da procuradora, a sanção não foi suficiente para acabar com as discriminações praticadas.
Por isso pediu indenização equivalente a 1% do faturamento das empresas, que poderá ser revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
Fonte: ultimainstancia.uol.com.br
De acordo com a Procuradoria, programas religiosos exibidos nas redes de TV utilizam há anos expressões que discriminam religiões como umbanda e candomblé, tais como “encosto”, demônios, “espíritos imundos”, “feitiçaria”, além da famigerada “macumba”.
Para a procuradora regional dos Direitos do Cidadão Adriana da Silva Fernandes, autora da ação, as emissoras não estão imunes de responsabilidade sobre programas feitos por produtoras independentes.
“A Record e a Gazeta são responsáveis pelas ofensas às religiões de matriz africana desferidas reiteradamente pelos programas religiosos veiculados em sua grade de programação”, ressaltou Adriana Fernandes.
Em liminar, o MPF pede que as emissoras interrompam a exibição de programas que façam esse tipo de referência aos cultos de origem afro, e sugere multa diária de R$ 10 mil em caso de descumprimento da possível decisão da Justiça.
A reportagem de Última Instância procurou a Rede Record e a TV Gazeta, mas até o momento não houve resposta.
Direitos
A procuradora destaca que os referidos programas ferem direitos fundamentais, como a liberdade de crença e o “respeito aos valores éticos e sociais da pessoa e da família”.
“O abuso praticado pelas rés contraria a dignidade da pessoa humana,(...) bem como os próprios objetivos de construção de uma sociedade livre, justa e solidária, com a promoção do bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação”, ressalta Adriana da Silva.
Segundo o MPF, em abril de 2008, o Ministério das Comunicações aplicou multa de R$ 1.012,32 às duas emissoras por ofensas às religiões afro, mas na visão da procuradora, a sanção não foi suficiente para acabar com as discriminações praticadas.
Por isso pediu indenização equivalente a 1% do faturamento das empresas, que poderá ser revertido para o Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.
Fonte: ultimainstancia.uol.com.br
O sonho da casa própria
Por *Dirceu Cardoso Gonçalves
A casa própria com prestação de R$ 15,00 a R$ 20,00, para famílias com renda de até três salários mínimos, é uma medida de grande impacto anunciada pelo governo federal. Realizado o projeto – que deve construir mais de 1 milhão de casas e investir R$ 70 bilhões – estará concretizado o sonho principal de toda família: ter um cantinho seu para morar e envelhecer com mais segurança e tranqüilidade. Com a prestação subsidiada e as salvaguardas sociais para o caso de desemprego do adquirente, tudo parece perfeito.
É de se aguardar que o governo tenha fôlego e estrutura suficientes para levar avante essa empreitada e que as facilidades e cláusulas sociais hoje estabelecidas sejam respeitadas até o final do contrato das famílias que vierem a fazer parte do programa. Esse respeito é que vai determinar a alegria ou tristeza e o sucesso ou o fracasso dessa gente que, pelo anunciado, é integrantes da faixa mais baixa e ampla de remuneração, até hoje excluída da maioria dos programas habitacionais.
É preciso muita seriedade para não correr o risco de, em vez de melhorar, piorar a situação dessa multidão de pobres, cujo principal bem será a casa. Dirão os oposicionistas que se trata de um programa eleitoreiro do mesmo porte do bolsa-família e outros mantidos pelo governo. Nem é bom raciocinar dessa forma pois, se assim for, o esquema poderá até ajudar na eleição do sucessor do atual presidente e de governadores por ele apoiados, mas depois a frustração atrapalhará a governabilidade dos eleitos.
Queremos e precisamos acreditar que o chamado “Pacote Habitacional” seja o resultado de sérios estudos de viabilidade e da conjunção de verbas para a execução de um programa acima de tudo social. Que seu anuncio agora seja apenas uma questão cronológica, sem qualquer ligação, ainda que tênue, com o calendário eleitoral que começa a vigir em outubro próximo com vistas ao pleito de 2010.
Que a dita disposição do governo federal de fazer tudo sozinho, sem a interveniência de Estados e Municípios, seja apenas uma questão de logística empreendedora e nada tenha a ver com a colheita de louros e na sua conversão em votos.
Para poder fazer mais com menos recursos, o governo federal poderia utilizar parte de seu grande patrimônio imobiliário. Só as ferrovias, hoje desativadas ou semi-ativas, deixaram grandes áreas desocupadas na maioria das cidades brasileiras. Esses terrenos poderiam abrigar as casas populares, assim como outras áreas públicas federais, estaduais e municipais.
Na maioria das localidades, o caro é o terreno. Se não precisar comprá-lo, o “Pacote Habitacional” talvez seja capaz de, com o mesmo recurso, construir 2 milhões de casas ou, então, entregá-las com prestações ainda menores, talvez de R$ 7,00 a R$ 10,00 por mês.É preciso criatividade, decisão e muita seriedade...
Dirceu Cardoso Gonçalves é tenente da Polícia Militar e dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo)
A casa própria com prestação de R$ 15,00 a R$ 20,00, para famílias com renda de até três salários mínimos, é uma medida de grande impacto anunciada pelo governo federal. Realizado o projeto – que deve construir mais de 1 milhão de casas e investir R$ 70 bilhões – estará concretizado o sonho principal de toda família: ter um cantinho seu para morar e envelhecer com mais segurança e tranqüilidade. Com a prestação subsidiada e as salvaguardas sociais para o caso de desemprego do adquirente, tudo parece perfeito.
É de se aguardar que o governo tenha fôlego e estrutura suficientes para levar avante essa empreitada e que as facilidades e cláusulas sociais hoje estabelecidas sejam respeitadas até o final do contrato das famílias que vierem a fazer parte do programa. Esse respeito é que vai determinar a alegria ou tristeza e o sucesso ou o fracasso dessa gente que, pelo anunciado, é integrantes da faixa mais baixa e ampla de remuneração, até hoje excluída da maioria dos programas habitacionais.
É preciso muita seriedade para não correr o risco de, em vez de melhorar, piorar a situação dessa multidão de pobres, cujo principal bem será a casa. Dirão os oposicionistas que se trata de um programa eleitoreiro do mesmo porte do bolsa-família e outros mantidos pelo governo. Nem é bom raciocinar dessa forma pois, se assim for, o esquema poderá até ajudar na eleição do sucessor do atual presidente e de governadores por ele apoiados, mas depois a frustração atrapalhará a governabilidade dos eleitos.
Queremos e precisamos acreditar que o chamado “Pacote Habitacional” seja o resultado de sérios estudos de viabilidade e da conjunção de verbas para a execução de um programa acima de tudo social. Que seu anuncio agora seja apenas uma questão cronológica, sem qualquer ligação, ainda que tênue, com o calendário eleitoral que começa a vigir em outubro próximo com vistas ao pleito de 2010.
Que a dita disposição do governo federal de fazer tudo sozinho, sem a interveniência de Estados e Municípios, seja apenas uma questão de logística empreendedora e nada tenha a ver com a colheita de louros e na sua conversão em votos.
Para poder fazer mais com menos recursos, o governo federal poderia utilizar parte de seu grande patrimônio imobiliário. Só as ferrovias, hoje desativadas ou semi-ativas, deixaram grandes áreas desocupadas na maioria das cidades brasileiras. Esses terrenos poderiam abrigar as casas populares, assim como outras áreas públicas federais, estaduais e municipais.
Na maioria das localidades, o caro é o terreno. Se não precisar comprá-lo, o “Pacote Habitacional” talvez seja capaz de, com o mesmo recurso, construir 2 milhões de casas ou, então, entregá-las com prestações ainda menores, talvez de R$ 7,00 a R$ 10,00 por mês.É preciso criatividade, decisão e muita seriedade...
Dirceu Cardoso Gonçalves é tenente da Polícia Militar e dirigente da ASPOMIL (Associação de Assist. Social dos Policiais Militares de São Paulo)
A desembargadora que quis por fim a uma injustiça
No dia 12 de novembro de 2008 esta Gazeta publicou o editorial “Ela se importou”. O texto terminava assim:
Oscar foi condenado a 20 anos de prisão. Mas quem se importa?
Na última terça-feira, uma mulher chamada Salete se importou e disse: “Não quero cometer injustiça e manter um inocente por 20 anos preso”. A desembargadora Salete Silva Sommariva, do Tribunal de Justiça, talvez não se convença da injustiça flagrante contra o pedreiro pobre, acusado de um crime que não ocorreu, mas o fato de se importar faz o seu gesto maior que todos até agora.
Quatro meses depois...
Nesta terça-feira (3), exatamente dois anos depois da trágica morte da pequena Gabrielli Eichholz, a desembargadora proferiu seu voto mostrando convencimento de que realmente o pedreiro Oscar foi vítima de uma grande injustiça.
Fruto envenenado
A desembargadora Sommariva aplicou a teoria “dos frutos da árvore envenenada” para basear seu voto.
Erros evidentes
“O réu não teve seus direitos elementares e fundamentais respeitados ao longo do inquérito, numa sucessão de atos que comprometeram o resultado final”, afirmou.
Arbitrariedades
A desembargadora encontrou várias falhas no processo e elencou algumas: prisão ilegal, desinformação sobre garantias constitucionais, constituição de defensor pela própria autoridade policial e reconstituição do crime ‘dirigida’ por policiais.
Questionando a confissão
“A partir dessas irregularidades, é de se questionar tudo mais que delas surgiram, inclusive a pretensa confissão”, concluiu.
Oscar foi condenado a 20 anos de prisão. Mas quem se importa?
Na última terça-feira, uma mulher chamada Salete se importou e disse: “Não quero cometer injustiça e manter um inocente por 20 anos preso”. A desembargadora Salete Silva Sommariva, do Tribunal de Justiça, talvez não se convença da injustiça flagrante contra o pedreiro pobre, acusado de um crime que não ocorreu, mas o fato de se importar faz o seu gesto maior que todos até agora.
Quatro meses depois...
Nesta terça-feira (3), exatamente dois anos depois da trágica morte da pequena Gabrielli Eichholz, a desembargadora proferiu seu voto mostrando convencimento de que realmente o pedreiro Oscar foi vítima de uma grande injustiça.
Fruto envenenado
A desembargadora Sommariva aplicou a teoria “dos frutos da árvore envenenada” para basear seu voto.
Erros evidentes
“O réu não teve seus direitos elementares e fundamentais respeitados ao longo do inquérito, numa sucessão de atos que comprometeram o resultado final”, afirmou.
Arbitrariedades
A desembargadora encontrou várias falhas no processo e elencou algumas: prisão ilegal, desinformação sobre garantias constitucionais, constituição de defensor pela própria autoridade policial e reconstituição do crime ‘dirigida’ por policiais.
Questionando a confissão
“A partir dessas irregularidades, é de se questionar tudo mais que delas surgiram, inclusive a pretensa confissão”, concluiu.
A TRAGÉDIA DO CEI
por Ronaldo Werner
Inegável que a “tragédia do CEI”, ocorrida no bairro Espinheiros e que tirou a vida da menina Kelly seja algo extremamente lamentável e preocupante.
Contudo, em casos como estes, o que me chama a atenção é o fato de que por ser um serviço público, a tragédia ganha os jornais, vira manchete, onde se percebe o fácil julgamento do bem e do mal, do “descaso” da prefeitura.
Se a tragédia ocorresse em uma escola privada, o assunto não ganharia as páginas dos jornais, não se discutiria a culpa... seria apenas uma fatalidade.
Digo isto baseado em exemplos fáticos, pois lembro-me muito bem, há um pouco mais de uma década, uma criança de 10 anos, cursando a 5ª séria no Colégio Bom Jesus, ao menos na época o mais conceituado de Joinville, faleceu da mesma forma. A única diferença é que foi a queda de uma trave de futebol que o levou a óbito, e não de um balanço.
Lembro-me bem que fiquei espantado na época com a ausência de notícias sobre o fato na imprensa. Como tinha uma filha da mesma idade naquele colégio, isto me marcou muito. Não pude acreditar que ninguém anunciou o fato, ninguém questionou a responsabilidade do ocorrido... volto a ficar espantado agora, vendo que desta vez, os comentários já vem com a culpa estampada: “DESCASO”. Provavelmente a matéria esta correta, não posso afirmar, mas vejo que a imprensa trata assuntos como este com dois pesos e duas medidas, pois tenho a certeza de que se o caso tivesse ocorrido novamente naquele colégio particular, ou mesmo em algum outro estabelecimento de ensino de elite, nada seria comentado, ou, no máximo, leríamos uma notinha de roda pé, avisando da “fatalidade”.
Inegável que a “tragédia do CEI”, ocorrida no bairro Espinheiros e que tirou a vida da menina Kelly seja algo extremamente lamentável e preocupante.
Contudo, em casos como estes, o que me chama a atenção é o fato de que por ser um serviço público, a tragédia ganha os jornais, vira manchete, onde se percebe o fácil julgamento do bem e do mal, do “descaso” da prefeitura.
Se a tragédia ocorresse em uma escola privada, o assunto não ganharia as páginas dos jornais, não se discutiria a culpa... seria apenas uma fatalidade.
Digo isto baseado em exemplos fáticos, pois lembro-me muito bem, há um pouco mais de uma década, uma criança de 10 anos, cursando a 5ª séria no Colégio Bom Jesus, ao menos na época o mais conceituado de Joinville, faleceu da mesma forma. A única diferença é que foi a queda de uma trave de futebol que o levou a óbito, e não de um balanço.
Lembro-me bem que fiquei espantado na época com a ausência de notícias sobre o fato na imprensa. Como tinha uma filha da mesma idade naquele colégio, isto me marcou muito. Não pude acreditar que ninguém anunciou o fato, ninguém questionou a responsabilidade do ocorrido... volto a ficar espantado agora, vendo que desta vez, os comentários já vem com a culpa estampada: “DESCASO”. Provavelmente a matéria esta correta, não posso afirmar, mas vejo que a imprensa trata assuntos como este com dois pesos e duas medidas, pois tenho a certeza de que se o caso tivesse ocorrido novamente naquele colégio particular, ou mesmo em algum outro estabelecimento de ensino de elite, nada seria comentado, ou, no máximo, leríamos uma notinha de roda pé, avisando da “fatalidade”.
Fatalidades? Sim. Culpados? Também
A morte da menina Kelly Kristyn Kruger, de quatro anos, quando uma viga de madeira que sustentava uma balança onde a menina brincava e caiu sobre ela foi uma fatalidade. Isso é fato. Mas não se pode deixar de questionar a responsabilidade daqueles que tinham a obrigação manterem o tal brinquedo dentro das mínimas condições de segurança para que uma tragédia como esta acontecesse.
De quem é a responsabilidade?
Em coletiva de imprensa o prefeito Carlito Merss foi claro e objetivo: “A responsabilidade desse caso é da Prefeitura porque o espaço é público”. Segundo o prefeito, uma vistoria no brinquedo instalado no Centro de Educação Infantil (CEI) Espinheiros, ocorreu em agosto de 2008, quando nenhuma anormalidade foi detectada.
A morte chegou antes
Segundo o secretário de Educação, Marquinhos Fernandes, no dia 13 de janeiro deste ano um contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Mais de 10 unidades já foram vistoriadas e o CEI do Espinheiro receberia a visita dos técnicos em breve.
E a vigilância?
Segundo a fiscal da vigilância sanitária, Lia Abreu, A última vistoria feita no balanço não apontou problemas. Apenas uma pintura e um lixamento das toras de madeira foram solicitados pela própria escola. As informações constam em um documento encaminhado pelo CEI, no final do ano passado, à vigilância.
Quem fez a vistoria?
Lia Abreu afirma que a última fiscalização no CEI foi feita pela própria secretaria de Educação, no ano passado. A última vez que a vigilância sanitária esteve no local foi em setembro de 2007. Segundo ela, não é possível afirmar que uma vistoria da Vigilância evitaria o acidente de terça-feira.
De quem é a responsabilidade?
Em coletiva de imprensa o prefeito Carlito Merss foi claro e objetivo: “A responsabilidade desse caso é da Prefeitura porque o espaço é público”. Segundo o prefeito, uma vistoria no brinquedo instalado no Centro de Educação Infantil (CEI) Espinheiros, ocorreu em agosto de 2008, quando nenhuma anormalidade foi detectada.
A morte chegou antes
Segundo o secretário de Educação, Marquinhos Fernandes, no dia 13 de janeiro deste ano um contrato foi assinado pela Secretaria Municipal de Educação para que todos os parques da rede municipal de ensino recebessem vistoria e manutenção. Mais de 10 unidades já foram vistoriadas e o CEI do Espinheiro receberia a visita dos técnicos em breve.
E a vigilância?
Segundo a fiscal da vigilância sanitária, Lia Abreu, A última vistoria feita no balanço não apontou problemas. Apenas uma pintura e um lixamento das toras de madeira foram solicitados pela própria escola. As informações constam em um documento encaminhado pelo CEI, no final do ano passado, à vigilância.
Quem fez a vistoria?
Lia Abreu afirma que a última fiscalização no CEI foi feita pela própria secretaria de Educação, no ano passado. A última vez que a vigilância sanitária esteve no local foi em setembro de 2007. Segundo ela, não é possível afirmar que uma vistoria da Vigilância evitaria o acidente de terça-feira.
Serra dobra publicidade em ano pré-eleitoral
Aloisio Milani/Terra Magazine
Enquanto PSDB e DEM acusam o governo Lula de organizar um encontro com prefeitos para promover a ministra Dilma Rousseff como presidenciável, o PT parte para o ataque contra os gastos de publicidade do governador José Serra. Um levantamento exclusivo feito pela liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo para Terra Magazine aponta que os gastos quase dobraram entre 2007 e 2008 e devem crescer na mesma proporção no orçamento 2009.
Informações da execução orçamentária do governo estadual registram que gastos com publicidade e propaganda saltaram de R$ 88,3 milhões, em 2007, para R$ 178,7 milhões no ano passado - variação de 102%. Essa análise não leva em conta os dados da publicidade legal. De acordo com o estudo do PT, a previsão orçamentária de 2009 para comunicação social, item que inclui publicidade, é de cerca R$ 313 milhões. O que permite dizer, segundo o partido, que a verba quase dobrará novamente neste ano.
"O crescimento do orçamento de 2008 para 2009 é da ordem de 20% enquanto o crescimento dos gastos com publicidade é da ordem de 90%. Ao mesmo tempo, não há novos investimentos na áreas de ensino técnico e tecnológico, por exemplo", diz o líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado Roberto Felício. "Essa previsão orçamentária de 2009 mostra uma intenção do governo. Teremos que ficar vigilantes para saber se não haverá dentro da administração direta propagandas para fora dos limites de São Paulo".
Foi, contudo, nos gastos da administração indireta - que inclui estatais e autarquias - que a oposição a Serra partiu para o ataque. O estopim do debate aconteceu com os gastos da empresa paulista de saneamento básico Sabesp, que comprou um pacote de anúncios da transmissão nacional da Rede Globo. O gasto virou motivo de representação na Justiça Eleitoral pela propaganda ter ultrapassado os limites do estado de São Paulo, onde a empresa atua prioritariamente.
"A justificativa apresentada até agora não tem sentido. Eles não estão fazendo uma publicidade que informe os governos dos outros estados ou empresas que a Sabesp é qualificada para prestar um serviço específico de saneamento", questiona o deputado petista. Estimativas apontam que foram gastos cerca de R$ 7 milhões na veiculação da TV Globo, pelo menos 2,5 vezes mais do que o governo federal gastou no encontro de prefeitos em Brasília, evento identificado como "eleitoreiro" por DEM e PSDB.
Procurada, a assessoria de comunicação do governo de São Paulo ainda não se pronunciou sobre os gastos de publicidade. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro solicitou e recebeu da Rede Globo os valores exatos da compra do espaço publicitário. Os dados da Justiça Eleitoral ficarão à disposição de eventuais questionamentos partidários. Em nota, a Sabesp considera "legítima e legal" a publicidade institucional e o patrocínios dos eventos esportivos veiculados pela Globo.
"É legítimo e legal que a Sabesp invista na construção de sua imagem institucional fora de São Paulo, dado o seu interesse comercial em ampliar seu mercado", justifica a nota. A resposta da empresa não detalha o valor exato da negociação com a Rede Globo, mas enfatiza que o projeto "Verão Espetacular" só possui cota nacional. "A emissora proporciona um retorno de mídia considerável para divulgação dos seus programas em todo o estado de São Paulo", reitera a nota.
O caso da Sabesp se refere ao bolo publicitário da administração indireta. O levantamento da liderança do PT na Assembléia Legislativa também indica crescimento dos valores deste tipo de publicidade. A estimativa é que as empresas da administração indireta, somando os novos contratos e aditivos assinados com a Sabesp, Metrô, CDHU e Dersa alcance R$ 133 milhões.
De acordo com o estudo, a variável que aponta o crescimento dos valores é a comparação entre contratos novos e antigos. A Sabesp, por exemplo, tem dois contratos para serviços de comunicação, marketing e publicidade: com as empresas Lew Lara e Nova S/B. Com a redução da vigência dos contratos de um ano para seis meses, o valor previsto para gastos em 12 meses quase dobrou.
Para o líder do PT Roberto Felício, a publicidade da Sabesp em nível nacional foi uma espécie de teste sobre a ação do governo no ano pré-eleitoral. "Acho que foi uma experiência para saber que repercussão teria. Gastaram onde encontraram alguma coisa mais razoável para poder ter um álibi para se defender", diz. A assessoria da Sabesp considera os valores compatíveis com o crescimento da empresa.
Não resta dúvida que o período de escolha dos presidenciáveis para as eleições 2010 abriu a guerra de acusações entre os partidos sobre o uso da máquina pública.
Enquanto PSDB e DEM acusam o governo Lula de organizar um encontro com prefeitos para promover a ministra Dilma Rousseff como presidenciável, o PT parte para o ataque contra os gastos de publicidade do governador José Serra. Um levantamento exclusivo feito pela liderança do PT na Assembléia Legislativa de São Paulo para Terra Magazine aponta que os gastos quase dobraram entre 2007 e 2008 e devem crescer na mesma proporção no orçamento 2009.
Informações da execução orçamentária do governo estadual registram que gastos com publicidade e propaganda saltaram de R$ 88,3 milhões, em 2007, para R$ 178,7 milhões no ano passado - variação de 102%. Essa análise não leva em conta os dados da publicidade legal. De acordo com o estudo do PT, a previsão orçamentária de 2009 para comunicação social, item que inclui publicidade, é de cerca R$ 313 milhões. O que permite dizer, segundo o partido, que a verba quase dobrará novamente neste ano.
"O crescimento do orçamento de 2008 para 2009 é da ordem de 20% enquanto o crescimento dos gastos com publicidade é da ordem de 90%. Ao mesmo tempo, não há novos investimentos na áreas de ensino técnico e tecnológico, por exemplo", diz o líder do PT na Assembléia Legislativa, deputado Roberto Felício. "Essa previsão orçamentária de 2009 mostra uma intenção do governo. Teremos que ficar vigilantes para saber se não haverá dentro da administração direta propagandas para fora dos limites de São Paulo".
Foi, contudo, nos gastos da administração indireta - que inclui estatais e autarquias - que a oposição a Serra partiu para o ataque. O estopim do debate aconteceu com os gastos da empresa paulista de saneamento básico Sabesp, que comprou um pacote de anúncios da transmissão nacional da Rede Globo. O gasto virou motivo de representação na Justiça Eleitoral pela propaganda ter ultrapassado os limites do estado de São Paulo, onde a empresa atua prioritariamente.
"A justificativa apresentada até agora não tem sentido. Eles não estão fazendo uma publicidade que informe os governos dos outros estados ou empresas que a Sabesp é qualificada para prestar um serviço específico de saneamento", questiona o deputado petista. Estimativas apontam que foram gastos cerca de R$ 7 milhões na veiculação da TV Globo, pelo menos 2,5 vezes mais do que o governo federal gastou no encontro de prefeitos em Brasília, evento identificado como "eleitoreiro" por DEM e PSDB.
Procurada, a assessoria de comunicação do governo de São Paulo ainda não se pronunciou sobre os gastos de publicidade. O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro solicitou e recebeu da Rede Globo os valores exatos da compra do espaço publicitário. Os dados da Justiça Eleitoral ficarão à disposição de eventuais questionamentos partidários. Em nota, a Sabesp considera "legítima e legal" a publicidade institucional e o patrocínios dos eventos esportivos veiculados pela Globo.
"É legítimo e legal que a Sabesp invista na construção de sua imagem institucional fora de São Paulo, dado o seu interesse comercial em ampliar seu mercado", justifica a nota. A resposta da empresa não detalha o valor exato da negociação com a Rede Globo, mas enfatiza que o projeto "Verão Espetacular" só possui cota nacional. "A emissora proporciona um retorno de mídia considerável para divulgação dos seus programas em todo o estado de São Paulo", reitera a nota.
O caso da Sabesp se refere ao bolo publicitário da administração indireta. O levantamento da liderança do PT na Assembléia Legislativa também indica crescimento dos valores deste tipo de publicidade. A estimativa é que as empresas da administração indireta, somando os novos contratos e aditivos assinados com a Sabesp, Metrô, CDHU e Dersa alcance R$ 133 milhões.
De acordo com o estudo, a variável que aponta o crescimento dos valores é a comparação entre contratos novos e antigos. A Sabesp, por exemplo, tem dois contratos para serviços de comunicação, marketing e publicidade: com as empresas Lew Lara e Nova S/B. Com a redução da vigência dos contratos de um ano para seis meses, o valor previsto para gastos em 12 meses quase dobrou.
Para o líder do PT Roberto Felício, a publicidade da Sabesp em nível nacional foi uma espécie de teste sobre a ação do governo no ano pré-eleitoral. "Acho que foi uma experiência para saber que repercussão teria. Gastaram onde encontraram alguma coisa mais razoável para poder ter um álibi para se defender", diz. A assessoria da Sabesp considera os valores compatíveis com o crescimento da empresa.
Não resta dúvida que o período de escolha dos presidenciáveis para as eleições 2010 abriu a guerra de acusações entre os partidos sobre o uso da máquina pública.
Episódio vergonhoso...para o Estadão
A tradicional família Mesquita, proprietária do centenário jornal O Estado de S.Paulo, acabou literalmente indo a nocaute nesse final de semana. Publicaram neste domingo, 1º de março, o editorial "Episódios vergonhosos", em que requentaram o já surrado assunto dos boxeadores cubanos repatriados. O propósito, pelo visto, não era outro senão o de continuar dando “jebs” no governo federal, na tentativa desesperada de levar o presidente Lula à lona.
O que o pessoal do Estadão não contava é que o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, exibido na mesma manhã de domingo, levou ao ar uma reportagem demolidora: o pugilista Erislandy Lara afirmando que ele e seu colega Rigondeaux, na época dos Jogos Panamericanos do Rio, voltaram para Cuba por livre e espontânea vontade. Disse mais: que o próprio presidente Lula ofereceu garantias para ambos ficarem no Brasil se assim o desejassem.
Leia o editorial do Estadão clicando aqui. Depois, assista ao vídeo da reportagem do Esporte Espetacular clicando aqui.
Depois de uma "barriga" destas só restava ao jornal fazer um mea culpa e se desculpar com o Ministro da Justiça, Tarso Genro e foi o que aconteceu. Veja abaixo:
Desculpas públicas ao ministro da Justiça
Do Blog da Lucia Hippolito - 2.3.2009 | 9h11m
Ocupada com as consequências emocionais — e práticas — do falecimento de minha mãe, só agora, alertada por comentaristas aqui no blog, tomei conhecimento da entrevista do boxeador cubano e de suas declarações.
Assisti ao vídeo. Não tenho por que duvidar das palavras do atleta.
Jamais tive compromisso com o erro. Jamais tive problemas em pedir desculpas quando erro. Errei, peço desculpas. Sem problemas.
Assim sendo, quero pedir desculpas de público ao ministro da Justiça Tarso Genro.
Pelas declarações do pugilista, as declarações de sua Excelência de que os cubanos estavam desejosos de retornar a Cuba eram corretas.
O fato de os dois terem fugido de Cuba tempos depois parece ser independente de sua rápida deportação pelas autoridades brasileiras.
Ainda mais porque, segundo declarações do atleta cubano, o próprio presidente da República lhe perguntou ao telefone se ele não gostaria de permanecer no Brasil.
Portanto, mais uma vez com minhas desculpas ao ministro Tarso Genros, considero que o episódio encerrou-se da melhor forma possível. Os dois pugilistas cubanos estão fora de Cuba, competindo e tocando a vida.
O que o pessoal do Estadão não contava é que o programa Esporte Espetacular, da Rede Globo, exibido na mesma manhã de domingo, levou ao ar uma reportagem demolidora: o pugilista Erislandy Lara afirmando que ele e seu colega Rigondeaux, na época dos Jogos Panamericanos do Rio, voltaram para Cuba por livre e espontânea vontade. Disse mais: que o próprio presidente Lula ofereceu garantias para ambos ficarem no Brasil se assim o desejassem.
Leia o editorial do Estadão clicando aqui. Depois, assista ao vídeo da reportagem do Esporte Espetacular clicando aqui.
Depois de uma "barriga" destas só restava ao jornal fazer um mea culpa e se desculpar com o Ministro da Justiça, Tarso Genro e foi o que aconteceu. Veja abaixo:
Desculpas públicas ao ministro da Justiça
Do Blog da Lucia Hippolito - 2.3.2009 | 9h11m
Ocupada com as consequências emocionais — e práticas — do falecimento de minha mãe, só agora, alertada por comentaristas aqui no blog, tomei conhecimento da entrevista do boxeador cubano e de suas declarações.
Assisti ao vídeo. Não tenho por que duvidar das palavras do atleta.
Jamais tive compromisso com o erro. Jamais tive problemas em pedir desculpas quando erro. Errei, peço desculpas. Sem problemas.
Assim sendo, quero pedir desculpas de público ao ministro da Justiça Tarso Genro.
Pelas declarações do pugilista, as declarações de sua Excelência de que os cubanos estavam desejosos de retornar a Cuba eram corretas.
O fato de os dois terem fugido de Cuba tempos depois parece ser independente de sua rápida deportação pelas autoridades brasileiras.
Ainda mais porque, segundo declarações do atleta cubano, o próprio presidente da República lhe perguntou ao telefone se ele não gostaria de permanecer no Brasil.
Portanto, mais uma vez com minhas desculpas ao ministro Tarso Genros, considero que o episódio encerrou-se da melhor forma possível. Os dois pugilistas cubanos estão fora de Cuba, competindo e tocando a vida.
Cacá Martan fora do CDL
Depois de 10 anos prestando assessoria de imprensa ao Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL), de Joinville, o jornalista Ácácio Martins (Cacá Martan) está se desligando das funções.
Para que não fiquemos com o ônus ou com o bônus do que acontecer na área de comunicação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Joinville (CDL), informamos que, por iniciativa da entidade, o contrato dos serviços que prestávamos foi encerrado no último dia 28 de fevereiro.
Aproveitamos para agradecer a atenção que nos foi dispensada durante esses dez anos, quando trabalhamos para que as notícias da entidade chegassem aos associados e comunidade. Isso só foi possível com a atenção das senhoras e dos senhores.
A todos, muito obrigado!
Para que não fiquemos com o ônus ou com o bônus do que acontecer na área de comunicação da Câmara de Dirigentes Lojistas de Joinville (CDL), informamos que, por iniciativa da entidade, o contrato dos serviços que prestávamos foi encerrado no último dia 28 de fevereiro.
Aproveitamos para agradecer a atenção que nos foi dispensada durante esses dez anos, quando trabalhamos para que as notícias da entidade chegassem aos associados e comunidade. Isso só foi possível com a atenção das senhoras e dos senhores.
A todos, muito obrigado!
Brasil doará US$10 milhões para reconstrução de Gaza
O Brasil destinará US$ 10 milhões à reconstrução da Faixa de Gaza. O anúncio foi feito hoje (2) pelo ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, durante a Conferência dos Doadores em Apoio à Economia Palestina para a Reconstrução de Gaza, que se realiza em Sharm El-Sheik, no Egito. As informações são da assessoria de imprensa do Itamaraty.
A contribuição ainda depende de aprovação do Congresso Nacional, como exige a legislação brasileira. Ao todo, 75 países participam da conferência, o primeiro grande esforço da comunidade internacional para normalizar a situação humanitária em Gaza depois do conflito de janeiro.
Em entrevista concedida hoje à Rádio França Internacional, o ministro disse que há notícias positivas sobre um começo de entendimento entre as facções palestinas, o que é essencial para a paz na região e para a construção de uma solução com Israel.
“Continuamos apoiando uma solução entre os dois Estados. Esperamos que o governo de Israel mantenha e fortaleça a sua ação no processo de paz”, destacou o chanceler.
Segundo informações da Rádio França, a Autoridade Palestina espera recolher cerca de U$ 3 bilhões para a reconstrução do território devastado após a ofensiva de Israel. Os Estados Unidos devem anunciar a doação de US$ 900 milhões, sendo que US$ 300 milhões serão destinados a ajuda humanitária de emergência à Gaza.
O encontro no Egito ocorre seis semanas após o fim dos bombardeios israelenses no território palestino. A ofensiva militar israelense deixou mais de 1,3 mil mortos palestinos entre dezembro do ano passado e janeiro de 2009.
A contribuição ainda depende de aprovação do Congresso Nacional, como exige a legislação brasileira. Ao todo, 75 países participam da conferência, o primeiro grande esforço da comunidade internacional para normalizar a situação humanitária em Gaza depois do conflito de janeiro.
Em entrevista concedida hoje à Rádio França Internacional, o ministro disse que há notícias positivas sobre um começo de entendimento entre as facções palestinas, o que é essencial para a paz na região e para a construção de uma solução com Israel.
“Continuamos apoiando uma solução entre os dois Estados. Esperamos que o governo de Israel mantenha e fortaleça a sua ação no processo de paz”, destacou o chanceler.
Segundo informações da Rádio França, a Autoridade Palestina espera recolher cerca de U$ 3 bilhões para a reconstrução do território devastado após a ofensiva de Israel. Os Estados Unidos devem anunciar a doação de US$ 900 milhões, sendo que US$ 300 milhões serão destinados a ajuda humanitária de emergência à Gaza.
O encontro no Egito ocorre seis semanas após o fim dos bombardeios israelenses no território palestino. A ofensiva militar israelense deixou mais de 1,3 mil mortos palestinos entre dezembro do ano passado e janeiro de 2009.
Secretário do Comasa pede compreensão
Segue comunicado assinado pelo secretário Celito Alves e enviado ao blogueiro:
Senhores contribuintes e a população em geral atendidos pela Regional do Comasa, comunicamos que ao iniciar-mos a administração em 2009, até o momento recebemos 554 ordens de serviço, destas foram atendidas 222 ordens de serviço, Em muitos casos os maiores pedidos são de limpeza de boca de lobo, tubulação entupida e patrolamento.
Para conseguimos atender estas ordens, dependemos de Três fatores que são:
1- Condições Climáticas
2- Maquinas e Equipamentos
3- Equipes de Trabalhos
Dentro do que podemos intervir buscamos mais uma caçamba de 5 metros junto ao Seinfra e estamos buscando mais maquinas como retroescavadeira PH320 para limpeza dos rios, rolo e trator para uso nas ruas que ficam em morros para executarmos o ensaibramento , caminhão Hidrojato para desentupimento de tubos e bocas de lobo. Também estamos levando o problema para a administração municipal, para que possamos contratar mais pessoas, para aumentar-mos o numero de equipes de trabalho para atendimento a população.
Ainda no mês de Março inicia uma programação da Ambiental/Engepasa para limpeza das bocas de lobo, varrição de ruas e roçada. Esta programação deve sempre acontecer na nossa região a cada 45 a 60 dias, o que nos ajudara a resolver muita das nossas pendências junta ás ordens de serviço.
Pedimos compreensão neste momento, e estaremos nos dedicando a resolver todas as nossas pendências e buscando soluções para a população. Ressaltamos que hoje estamos correndo para atender as corretivas que a população nos pede, mais em breve queremos atender as corretivas e começarmos a fazer as preventivas, para que possamos nos antecipar aos problemas.
CELITO ALVES
SECRETÁRIO
FABIO VIEIRA DE OLIVEIRA
GERENTE DA UNIDADE
Senhores contribuintes e a população em geral atendidos pela Regional do Comasa, comunicamos que ao iniciar-mos a administração em 2009, até o momento recebemos 554 ordens de serviço, destas foram atendidas 222 ordens de serviço, Em muitos casos os maiores pedidos são de limpeza de boca de lobo, tubulação entupida e patrolamento.
Para conseguimos atender estas ordens, dependemos de Três fatores que são:
1- Condições Climáticas
2- Maquinas e Equipamentos
3- Equipes de Trabalhos
Dentro do que podemos intervir buscamos mais uma caçamba de 5 metros junto ao Seinfra e estamos buscando mais maquinas como retroescavadeira PH320 para limpeza dos rios, rolo e trator para uso nas ruas que ficam em morros para executarmos o ensaibramento , caminhão Hidrojato para desentupimento de tubos e bocas de lobo. Também estamos levando o problema para a administração municipal, para que possamos contratar mais pessoas, para aumentar-mos o numero de equipes de trabalho para atendimento a população.
Ainda no mês de Março inicia uma programação da Ambiental/Engepasa para limpeza das bocas de lobo, varrição de ruas e roçada. Esta programação deve sempre acontecer na nossa região a cada 45 a 60 dias, o que nos ajudara a resolver muita das nossas pendências junta ás ordens de serviço.
Pedimos compreensão neste momento, e estaremos nos dedicando a resolver todas as nossas pendências e buscando soluções para a população. Ressaltamos que hoje estamos correndo para atender as corretivas que a população nos pede, mais em breve queremos atender as corretivas e começarmos a fazer as preventivas, para que possamos nos antecipar aos problemas.
CELITO ALVES
SECRETÁRIO
FABIO VIEIRA DE OLIVEIRA
GERENTE DA UNIDADE