No PDT de Joinville, históricos do partido já fizeram uma avaliação final do desempenho eleitoral da sigla na eleição de 2008, na tese levantada concluiram que a troca de Rogério Novaes por Rodrigo Bornholdt não foi um bom negócio para a legenda.
Em 2004, Rogério Novaes foi vice de Carlito Merss, derrotados por Tebaldi, o PDT também não conseguiu eleger nenhum vereador, somou um total de 11.543 votos somandos com os 499 votos da legenda, ficando muito próximo de conseguir uma cadeira na Câmara de Vereadores.
Na análise, alguns pedetistas apontam um erro estratégico, que foi preterir Rogerio Novaes em troca de Rodrigo Bornholdt, que não tinha mais espaço dentro do PMDB para disputar a eleição para prefeito.
Preterido, Rogério Novaes sai do PDT, alinhan-se com o PV e candida-se a prefeito de Joinville, fazendo uma linda campanha naquele ano de 2008.
Hoje os pedetistas fazem uma conta muito simples, em tese com Rodrigo Bornholdt ou sem, o PDT elegeria um vereador em 2008, outra análise, se Rogério Novaes permanecesse na sigla seria apresentado como vice de Carlito Merss, repetindo a dobradinha da campanha de 2004.
Além de fazer mais que um vereador, impulsionados pela onda da mudança em 2008, teriam um vice-prefeito e mais alguns cargos de ponta. Mas hoje convivem apenas alguns poucos cargos e o pior quase todos de pouca expressão no governo.
Em tese, no balanço final o PDT ficou no prejuízo com a vinda de Rodrigo Bornholdt.
Carlos Kaminski
Sob suspeita
A Luminapar, empresa contratada sem licitação para cuidar da iluminação pública de Joinville, em regime de emergência, não deixou saudades em Fazenda Rio Grande, região metropolitana de Curitiba. Meses depois de assumir, o prefeito da cidade, Chico Santos, rescindiu o contrato com a empresa. Motivo? O pessoal de lá descobriu que o serviço prestado pela Luminapar custaria aos cofres públicos R$ 40 mil/mês. No entanto, a Luminapar cobrava.
Pagando mais
Fazendo um cálculo rápido, tirando como base a cidade de Barra do Sul, no qual o mesmo serviço que a Luminapar irá prestar em Joinville é feito pela Celesc. Chega-se a conclusão que Carlito também pagará bem mais do que deveria à empresa paranaense.
A cidade vizinha possui 3,2 mil pontos de iluminação e a Celesc gasta em torno de R$ 15 mil por mês para a manutenção, R$ 4,69 para cada ponto. Joinville conta com, segundo a Celesc, 62 mil pontos, o que daria R$ 290 mil. O contrato de Carlito com a Luminapar prevê um gasto mensal de R$ 500 mil.
Pagando mais
Fazendo um cálculo rápido, tirando como base a cidade de Barra do Sul, no qual o mesmo serviço que a Luminapar irá prestar em Joinville é feito pela Celesc. Chega-se a conclusão que Carlito também pagará bem mais do que deveria à empresa paranaense.
A cidade vizinha possui 3,2 mil pontos de iluminação e a Celesc gasta em torno de R$ 15 mil por mês para a manutenção, R$ 4,69 para cada ponto. Joinville conta com, segundo a Celesc, 62 mil pontos, o que daria R$ 290 mil. O contrato de Carlito com a Luminapar prevê um gasto mensal de R$ 500 mil.
Na carona de Obama
O presidente licenciado da Câmara de Vereadores de Joinville Sandro Silva (PPS) é a mais nova “estrela” da TV Brasil Esperança (Canal 11). Todo sábado, às 10h30, Sandro comanda um programa que dá dicas para quem deseja abrir o seu próprio negócio.
Segundo Sandro, a falta de um órgão na prefeitura que auxilie os pequenos e médios empresários motivou o vereador a criar o programa que tem o sugestivo nome “Sim, você pode!”
Sandro nega, mas não tem como não associar o nome de seu programa com o slogan de campanha que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos: “Yes, we can!” (Sim, nós podemos). Segundo ele o nome foi idealizado pela sua equipe e serve para mostrar às pessoas que não é difícil montar o próprio negócio.
Segundo Sandro, a falta de um órgão na prefeitura que auxilie os pequenos e médios empresários motivou o vereador a criar o programa que tem o sugestivo nome “Sim, você pode!”
Sandro nega, mas não tem como não associar o nome de seu programa com o slogan de campanha que levou Barack Obama à presidência dos Estados Unidos: “Yes, we can!” (Sim, nós podemos). Segundo ele o nome foi idealizado pela sua equipe e serve para mostrar às pessoas que não é difícil montar o próprio negócio.
E o outro lado?
A prefeitura divulgou a carta do jornalista Ayres Zacarias elogiando o atendimento recebido por ele no Hospital São José. A pergunta que fica no ar é se o mesmo tratamento será dado às pessoas que mandam cartas reclamando do serviço.
Elogio suspeito
A carta de Ayres, por ser jornalista, poderia ser pertinente, porém, a notícia de que ele está assumindo um cargo comissionado no Governo Carlito acaba colocando os elogios em suspeição.
Elogio suspeito
A carta de Ayres, por ser jornalista, poderia ser pertinente, porém, a notícia de que ele está assumindo um cargo comissionado no Governo Carlito acaba colocando os elogios em suspeição.
Corrida eleitoral
O PSDB já pensa na possibilidade de ter apenas dois candidatos a deputado estadual em Joinville (uma vaga já é garantida ao deputado Nilson Gonçalves). Como Nilson ainda não fez as pazes com o diretório municipal, a ideia de reunir os votos da militância local em torno de um único nome parece ser o melhor caminho para os tucanos.
Mas “quem vai pro pau”?
Nos bastidores corre a notícia de que chegou a hora de pagar a dívida com o ex-presidente da Câmara de Vereadores Fábio Dalonso. Ele abdicou de uma reeleição certa para ser vice de Darci de Matos. Assim, Maurício Peixer, que também sonha com a indicação do partido, adiaria seu projeto no cenário estadual.
Mas “quem vai pro pau”?
Nos bastidores corre a notícia de que chegou a hora de pagar a dívida com o ex-presidente da Câmara de Vereadores Fábio Dalonso. Ele abdicou de uma reeleição certa para ser vice de Darci de Matos. Assim, Maurício Peixer, que também sonha com a indicação do partido, adiaria seu projeto no cenário estadual.
Descontentamento dentro de casa
Além da baixa avaliação de Carlito Merss (PT) pela população de Joinville, o prefeito também enfrenta a revolta dos próprios servidores públicos da cidade. O fato de a prefeitura não estar repassando ao Sindicato dos Servidores Públicos de Joinville (Sinsej) o valor descontado, direto da folha de pagamento dos funcionários, de convênios firmados pelo Sinsej foi a gota d’água na já conturbada relação entre prefeito e servidores.
Indignação anônima
É evidente o motivo para que os servidores demonstrassem sua indignação com o ocorrido de forma anônima, afinal, o receio de perseguição reina no paço municipal, mas a quantidade de mensagens de revolta que a matéria da última edição desta Gazeta recebeu através da sua página na web merece destaque.
E tem mais
Apesar de ser nocauteado pelo imbróglio envolvendo o repasse de dinheiro dos convênios, Carlito nem deu tempo para a poeira baixar e já tenta mexer, de novo, com os servidores. Desta vez a polêmica tentativa de trocar a cesta básica, que há anos é cedida a mais de 4 mil funcionários, por uma gratificação de R$ 100 está dando o que falar.
Câmara barra
O embate entre servidores e Carlito foi parar na Câmara de Vereadores. A comissão de Finanças do Legislativo deu parecer contrário a tentativa do prefeito. Mesmo que vá a plenário (precisa da assinatura de no mínimo 7 vereadores), a oposição deve mostrar sua força e vetar a medida.
Indignação anônima
É evidente o motivo para que os servidores demonstrassem sua indignação com o ocorrido de forma anônima, afinal, o receio de perseguição reina no paço municipal, mas a quantidade de mensagens de revolta que a matéria da última edição desta Gazeta recebeu através da sua página na web merece destaque.
E tem mais
Apesar de ser nocauteado pelo imbróglio envolvendo o repasse de dinheiro dos convênios, Carlito nem deu tempo para a poeira baixar e já tenta mexer, de novo, com os servidores. Desta vez a polêmica tentativa de trocar a cesta básica, que há anos é cedida a mais de 4 mil funcionários, por uma gratificação de R$ 100 está dando o que falar.
Câmara barra
O embate entre servidores e Carlito foi parar na Câmara de Vereadores. A comissão de Finanças do Legislativo deu parecer contrário a tentativa do prefeito. Mesmo que vá a plenário (precisa da assinatura de no mínimo 7 vereadores), a oposição deve mostrar sua força e vetar a medida.
Ambulancioterapia
Pacientes de Joinville estão sendo obrigados a ir até Curitiba para fazer exames básicos oferecidos pelos SUS (Sistema Único de Saúde) como raio-x e ultrassonografia. Mas quem acha que é por vontade própria está enganado. Os procedimentos são marcados pela Secretaria Municipal de Saúde, que decide aleatoriamente enviar estes pacientes para a capital paranaense.
Ambulancioterapia (2)
A Secretaria da Saúde afirma ter conhecimento dos exames que são feitos fora de Joinville. Segundo a secretaria, esse deslocamento de pacientes faz parte de um consórcio feito pelos municípios da CIS - Amunesc (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Nordeste de Santa Catarina). Conforme a assessoria de imprensa, o contrato entre a associação e Prefeitura de Joinville é antigo. Ou seja, novamente a culpa recai sobre a administração anterior.
Quanto custa
Mensalmente a prefeitura contribui com a CIS/Amunesc com R$ 164 mil. Deste valor, 10% vai para a entidade e o restante é usado para pagar as clínicas. Segundo a Amunesc, com esse valor, a prefeitura tem direito, a 1,3 mil consultas com especialistas e mais de 1,5 mil exames de baixa e alta complexidade.
Ambulancioterapia (2)
A Secretaria da Saúde afirma ter conhecimento dos exames que são feitos fora de Joinville. Segundo a secretaria, esse deslocamento de pacientes faz parte de um consórcio feito pelos municípios da CIS - Amunesc (Consórcio Intermunicipal de Saúde do Nordeste de Santa Catarina). Conforme a assessoria de imprensa, o contrato entre a associação e Prefeitura de Joinville é antigo. Ou seja, novamente a culpa recai sobre a administração anterior.
Quanto custa
Mensalmente a prefeitura contribui com a CIS/Amunesc com R$ 164 mil. Deste valor, 10% vai para a entidade e o restante é usado para pagar as clínicas. Segundo a Amunesc, com esse valor, a prefeitura tem direito, a 1,3 mil consultas com especialistas e mais de 1,5 mil exames de baixa e alta complexidade.
CPI da água
Havia uma dúvida de quem deveria perder o sono com a investigação que a Câmara de Vereadores fará nas contas da Companhia Águas de Joinville (CAJ). Como os parlamentares querem vasculhar os números dos últimos cinco anos, tanto o atual prefeito Carlito Merss (PT), como o seu antecessor Marco Tebaldi (PSDB) estariam na berlinda.
CPI da água (2)
O mistério acabou na noite de terça-feira (27), quando os vereadores elegeram os membros da comissão que fará a investigação. Carlito levou a pior já que a oposição fez a maioria. A comissão ficou assim: Alodir Cristo (DEM), Jaime Evaristo (PSDB) e Juarez Pereira (PPS), pelo lado da oposição e Osmari Fritz (PMDB) e João Rinaldi (PT) do lado da base aliada de Carlito.
CPI da água (3)
Carlito chegou a comemorar por alguns minutos a escolha dos nomes, pois, num primeiro momento, ao invés de Juarez Pereira, o representante da “minoria” era o vereador-suplente Ademir Negherbon (PDT), no entanto, não deu nem tempo da base governista soltar os rojões. A oposição agiu rápido retirou Ademir indicando Juarez. Agora, a comissão terá trinta dias para apresentar o relatório da investigação.
CPI da água (2)
O mistério acabou na noite de terça-feira (27), quando os vereadores elegeram os membros da comissão que fará a investigação. Carlito levou a pior já que a oposição fez a maioria. A comissão ficou assim: Alodir Cristo (DEM), Jaime Evaristo (PSDB) e Juarez Pereira (PPS), pelo lado da oposição e Osmari Fritz (PMDB) e João Rinaldi (PT) do lado da base aliada de Carlito.
CPI da água (3)
Carlito chegou a comemorar por alguns minutos a escolha dos nomes, pois, num primeiro momento, ao invés de Juarez Pereira, o representante da “minoria” era o vereador-suplente Ademir Negherbon (PDT), no entanto, não deu nem tempo da base governista soltar os rojões. A oposição agiu rápido retirou Ademir indicando Juarez. Agora, a comissão terá trinta dias para apresentar o relatório da investigação.
Florêncio em xeque
Antes o discurso era de que só a oposição pegava no pé do “forasteiro” Márcio Florêncio, secretário da Fazenda de Joinville. No entanto, nos últimos meses, a atuação do Procurador da Fazenda Nacional à frente da secretaria municipal começou a ser questionada por prestadores de serviço (empreiteiros) e até por servidores públicos.
O que mais ganha
Mesmo questionado, Florêncio não só tem o total apoio do prefeito, como também tem um salário que beira o ordenado pago para Carlito. O salário do prefeito é de um pouco mais de R$ 18 mil, já o salário bruto de Florêncio passa dos R$ 20 mil.
O que mais ganha (2)
Vale lembrar que o salário de Florêncio não chega nem perto dos outros secretários municipais. Enquanto os demais ganham em torno de 11 salários mínimos (R$ 6.500,00), Florêncio, por ser Procurador da Fazenda Nacional, cedido ao governo Carlito, tem depositado na sua conta mensalmente em torno de 36 salários mínimos.
Quem paga?
Ao aceitar a pasta da Fazenda, Márcio teve a opção de escolher qual salário receberia, se o de secretário ou de procurador. Lógico que foi o segundo. O Ministério da Fazenda paga Florêncio, mas a prefeitura tem de reembolsar o governo federal. Ou seja, a grana sai dos cofres de Joinville.
O que mais ganha
Mesmo questionado, Florêncio não só tem o total apoio do prefeito, como também tem um salário que beira o ordenado pago para Carlito. O salário do prefeito é de um pouco mais de R$ 18 mil, já o salário bruto de Florêncio passa dos R$ 20 mil.
O que mais ganha (2)
Vale lembrar que o salário de Florêncio não chega nem perto dos outros secretários municipais. Enquanto os demais ganham em torno de 11 salários mínimos (R$ 6.500,00), Florêncio, por ser Procurador da Fazenda Nacional, cedido ao governo Carlito, tem depositado na sua conta mensalmente em torno de 36 salários mínimos.
Quem paga?
Ao aceitar a pasta da Fazenda, Márcio teve a opção de escolher qual salário receberia, se o de secretário ou de procurador. Lógico que foi o segundo. O Ministério da Fazenda paga Florêncio, mas a prefeitura tem de reembolsar o governo federal. Ou seja, a grana sai dos cofres de Joinville.
Aos navegantes
Amigos leitores, este blog tem recebido vários comentários merecedores de reflexão e análise, no entanto, acabam se perdendo na vala comum do anonimato. Vamos combinar? Comentários só serão postados com o nome do autor. Só o primeiro nome já tá valendo.
O moribundo se levanta
Você se lembra da Operação Dilúvio? Aquela realizada em 2006 pela Polícia Federal para investigar um esquema de fraudes ao comércio exterior relacionadas ao Compex, um regime especial de tributação instituído em Santa Catarina? Pois é, quatro anos depois, sete membros da quadrilha que concedeu benefícios tributários mediante pagamento de vantagem indevida (propina) foram condenados.
Aldo Hey
Entre os condenados está Aldo Hey Neto. Ex-servidor comissionado da Secretaria da Fazenda de SC. Aldo foi condenado há 14,6 anos de prisão por corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
Bornholdt (1)
A prisão de Aldo Hey Neto, na época, custou o cargo do joinvilense Max Bornholdt que estava à frente da Secretaria da Fazenda de SC. Max assistiu através do noticiário nacional seu braço direito sair algemado da sede do governo e ver a PF encontrar escondidos no apartamento de Aldo, em Jurerê Internacional, Florianópolis, e em uma casa em Curitiba quase R$ 2 milhões em notas de reais e dólares, acondicionados em malas.
Bornholdt (2)
Além do escândalo envolvendo seu braço direito, Max viu o desembargador Federal Luiz Fernando Penteado, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de Porto Alegre, proferir em seu voto, negando habeas corpus a Aldo Hey, que “valores recebidos de propina seriam destinados ao alto escalão do governo do Estado de Santa Catarina”.
Bornholdt (3)
O tsunami Aldo Hey não ficou limitado a perda do cargo de Max Bornholdt no alto escalão do governo LHS. Por muito pouco o próprio Luiz Henrique, não perde a reeleição por conta do escândalo. Além disso, por ter indicado Aldo Hey para o função, o até então afilhado e virtual sucessor de LHS na carreira política, Rodrigo Bornholdt, filho de Max, viu o padrinho colocá-lo de lado e anunciar rompimento, levando Rodrigo a sair do PMDB e buscar guarida no PDT.
Aldo Hey
Entre os condenados está Aldo Hey Neto. Ex-servidor comissionado da Secretaria da Fazenda de SC. Aldo foi condenado há 14,6 anos de prisão por corrupção passiva, formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.
Bornholdt (1)
A prisão de Aldo Hey Neto, na época, custou o cargo do joinvilense Max Bornholdt que estava à frente da Secretaria da Fazenda de SC. Max assistiu através do noticiário nacional seu braço direito sair algemado da sede do governo e ver a PF encontrar escondidos no apartamento de Aldo, em Jurerê Internacional, Florianópolis, e em uma casa em Curitiba quase R$ 2 milhões em notas de reais e dólares, acondicionados em malas.
Bornholdt (2)
Além do escândalo envolvendo seu braço direito, Max viu o desembargador Federal Luiz Fernando Penteado, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, de Porto Alegre, proferir em seu voto, negando habeas corpus a Aldo Hey, que “valores recebidos de propina seriam destinados ao alto escalão do governo do Estado de Santa Catarina”.
Bornholdt (3)
O tsunami Aldo Hey não ficou limitado a perda do cargo de Max Bornholdt no alto escalão do governo LHS. Por muito pouco o próprio Luiz Henrique, não perde a reeleição por conta do escândalo. Além disso, por ter indicado Aldo Hey para o função, o até então afilhado e virtual sucessor de LHS na carreira política, Rodrigo Bornholdt, filho de Max, viu o padrinho colocá-lo de lado e anunciar rompimento, levando Rodrigo a sair do PMDB e buscar guarida no PDT.
A mentira nunca resiste à pressão
Em tempos de julgamentos midiáticos, como o do casal Nardoni, em São Paulo, qualquer mortal pôde ser testemunha que, para sair vitorioso, o advogado utiliza apenas uma tática: pressionar o outro lado. Não há mentira que resista a uma pressão bem fundamentada, ou seja, quer desmascarar um mentiroso? Pressione-o.
Pressionado (1)
Não é de hoje que o Governo Carlito é pressionado por não cumprir a promessa de resolver o problema da saúde em 100 dias. Carlito também prometeu despachar, pelo menos um dia por semana, de dentro do Hospital São José (HSJ) para acompanhar de perto a situação do “Zequinha”. Passados os cem dias, o prefeito começou a negar que tenha feito tal promessa.
Pressionado (2)
No último domingo (18) foi a vez do presidente do Hospital São José, Tomio Tomita, e o diretor geral, Renato Monteiro serem emparedados pelos apresentadores do programa Contra Ponto (TV Brasil Esperança) por conta das promessas feitas por Carlito no período eleitoral. Pressionado, Renato Monteiro deixou vazar uma informação estarrecedora: “as promessas de Carlito eram apenas ‘figuras de linguagem’, e que seriam impossíveis de serem cumpridas”.
Figura do quê?
Cruzando a promessa de campanha de Carlito com o resultado final: não cumpriu o prometido, me debrucei em cima dos meus antigos livros de português dos tempos de escola para tentar encontrar qual seria a tal “figura de linguagem” descrita pelo diretor do HSJ Renato Monteiro.
Catacrese?
Consiste na utilização de uma palavra ou expressão que não descreve com exatidão o que se quer expressar.
Disfemismo?
Consiste em empregar deliberadamente termos ou expressões depreciativas ou sarcásticas. Expressões disfêmicas são frequentemente usadas para criar situações de humor.
Hipérbole?
É a figura de linguagem que consiste no exagero.
Ironia?
Consiste em apresentar um termo ou expressão em sentido oposto.
Resultado
A escolha fica para você, leitor. No entanto, a declaração do diretor do São José mostra que a verdade é nua e crua; mas como a onda é usar “figuras de linguagem” vou entrar na onda utilizando um EUFEMISMO: Carlito faltou com a verdade (Para não dizer que mentiu).
Pressionado (1)
Não é de hoje que o Governo Carlito é pressionado por não cumprir a promessa de resolver o problema da saúde em 100 dias. Carlito também prometeu despachar, pelo menos um dia por semana, de dentro do Hospital São José (HSJ) para acompanhar de perto a situação do “Zequinha”. Passados os cem dias, o prefeito começou a negar que tenha feito tal promessa.
Pressionado (2)
No último domingo (18) foi a vez do presidente do Hospital São José, Tomio Tomita, e o diretor geral, Renato Monteiro serem emparedados pelos apresentadores do programa Contra Ponto (TV Brasil Esperança) por conta das promessas feitas por Carlito no período eleitoral. Pressionado, Renato Monteiro deixou vazar uma informação estarrecedora: “as promessas de Carlito eram apenas ‘figuras de linguagem’, e que seriam impossíveis de serem cumpridas”.
Figura do quê?
Cruzando a promessa de campanha de Carlito com o resultado final: não cumpriu o prometido, me debrucei em cima dos meus antigos livros de português dos tempos de escola para tentar encontrar qual seria a tal “figura de linguagem” descrita pelo diretor do HSJ Renato Monteiro.
Catacrese?
Consiste na utilização de uma palavra ou expressão que não descreve com exatidão o que se quer expressar.
Disfemismo?
Consiste em empregar deliberadamente termos ou expressões depreciativas ou sarcásticas. Expressões disfêmicas são frequentemente usadas para criar situações de humor.
Hipérbole?
É a figura de linguagem que consiste no exagero.
Ironia?
Consiste em apresentar um termo ou expressão em sentido oposto.
Resultado
A escolha fica para você, leitor. No entanto, a declaração do diretor do São José mostra que a verdade é nua e crua; mas como a onda é usar “figuras de linguagem” vou entrar na onda utilizando um EUFEMISMO: Carlito faltou com a verdade (Para não dizer que mentiu).
Rodando na Rede Mundial
Dez dias depois do último carnaval, três amigos resolveram dar um mergulho próximo ao famoso “Farol da Barra”, em Salvador/Bahia. O programa dos sonhos virou pesadelo. Os mergulhadores se depararam com cerca de 1.500 latas de cerveja espalhadas no fundo do mar e que foram deixadas de presente pelos foliões. Quem quiser ver mais, basta acessar www.flickr.com/photos/globalgarbage e clicar em “O fundo da Folia”.
Eu não arrisco
Tem muita gente apostando, inclusive o ex-governador LHS, que no frigir dos ovos SC terá uma disputa polarizada ao governo do Estado. No entanto, levando em conta a sede de todos em assumir o posto, as chances de termos pelo menos cinco candidatos de peso na disputa é grande. O abraço deve ficar mesmo para o segundo turno.
Ninho ouriçado
Bastou surgir uma pesquisa registrada mostrando o governador Leonel Pavan numa briga de pescoço com outros candidatos para que o tucano rasgue o discurso de não ser candidato. Pavan já anda dizendo por ai que “agora eu vou”.
Não funciona, fecha
O novo presidente da Câmara de Vereadores Patrício Destro (DEM) intimou o prefeito Carlito Merss a extinguir as secretarias regionais. Segundo Destro, as secretarias não têm máquinas, areias, saibro, e qualquer estrutura para atender a população. Além de funcionarem apenas como “cabide de emprego”.
A coluna quer saber: O QUE VOCÊ PENSA DAS SECRETARIAS REGIONAIS. Participe
A coluna quer saber: O QUE VOCÊ PENSA DAS SECRETARIAS REGIONAIS. Participe
Dança das cadeiras
O vereador James Schroeder (PDT) foi mais um que se licenciou para dar oportunidade aos suplentes do partido de assumirem uma cadeira no Legislativo. Com a saída de James, quem chega é Ademir Negherbon, que fez 2.037 em 2008.
Uma penca
Todo dia surge a especulação do nome de um joinvilense para ser vice de alguém nas eleições desse ano. Se houver algum fundo de verdade nisso, Joinville vai ter um número recorde de candidatos a vice-governador do Estado.
Menos, muito menos
É fato e notório que Joinville é a “noiva da vez” na corrida eleitoral e que qualquer postulante ao cargo de governador sabe que tem de buscar o maior número possível de votos na cidade. Mas não dá pra sonhar que basta ter residência fixa em Joinville para convencer a população local a entregar seu voto assim, de mão beijada.
Menos, muito menos
É fato e notório que Joinville é a “noiva da vez” na corrida eleitoral e que qualquer postulante ao cargo de governador sabe que tem de buscar o maior número possível de votos na cidade. Mas não dá pra sonhar que basta ter residência fixa em Joinville para convencer a população local a entregar seu voto assim, de mão beijada.
Almoço indigesto
O prefeito Carlito foi testar sua popularidade no Restaurante Popular, que esta semana completou dois anos de atividade em Joinville.
Foi vaiado.
Foi vaiado.
O escorregão de Ângela Amin

No programa Contra Ponto da TV Brasil Esperança, canal 11, a pré-candidata Ângela Amin (PP) desafiou os joinvilenses: “Pesquisem e vocês vão saber do trabalho do Eni Voltolini na prefeitura de Joinville”. Pré-candidata ao governo do Estado, Ângela, que é de Florianópolis, só esqueceu de dar a fórmula mágica para que a população consiga encontrar algo positivo no governo petista de Carlito Merss.
É o carguinho, companheiro
Mesmo depois de Carlito ter jogado no lixo as propostas de campanha firmadas com o partido de Ângela, alguns membros do PP, como Voltolini, não deixaram o governo petista e se agarraram nos “carguinhos” da prefeitura. Isso a deputada não soube explicar.
Como fazer?
Talvez Ângela, que é da capital, possa convencer os joinvilenses que descumprir promessas e mentir para uma cidade inteira seja normal na política.
Verdade
Ao indagar Ângela Amin sobre o rompimento do deputado Kennedy Nunes com o prefeito Carlito, o jornalista Léo Saballa lembrou a deputada de que Kennedy é a maior liderança do partido, em Joinville. Isso é fato, já que nenhum pepista tem na cidade a chancela de 52.890 joinvilenses, como ele teve nas últimas eleições, para prefeito (2008).
Mentira
Quando questionada sobre o porquê de o PP continuar no governo Carlito, mesmo depois da decisão de Kennedy de romper com o petista, Ângela disse que a decisão de permanecer foi do partido “sob a liderança de Kennedy Nunes”.
Mentira (2)
Procurado pela coluna, Kennedy diz que isso não é verdade e lembra que no ato do rompimento “pediu aos membros do partido que ocupavam cargos no governo também abandonassem o barco. No entanto, o único que mostrou coerência foi o ex-secretário da Seinfra, professor Nelson Trigo”.